19 de agosto de 2011

Musa da Semana - The UFC Ring Girls: Arianny Celeste e Juliana Salimeni (Juju Panicat)

Bem, todos estão sabendo que a edição 134 do UFC será no Rio, no próximo dia 27, certo? Não? Ok, ninguém é obrigado a saber que existe uma luta chamada MMA que movimenta bilhões de dólares por ano e que nasceu aqui mesmo no Brasil, via família Gracie.

Nos EUA transformou-se em um evento mundial e agora - com a boa situação econômica do Brasil e a quantidade de lutadores campeões que temos - está retornando com força total ao nosso país.

UFC significa "Ultimate Fighting Championship" e MMA, "Mixed Martial Arts". E o que tem a ver homens feios lutando com as belas Musas da Semana? Estará nosso Blog tomando caminhos tortuosos? Não!

Acontece que existem as Ring Girls, moças bonitas que nos intervalos mostram as plaquetas anunciando qual será o próximo round.

Aqui no Brasil temos uma famosa: a Juliana Salimeni, também conhecida como Juju Panicat. Ela não deverá atuar no UFC 134, mas provavelmente será o destaque em uma prévia que acontecerá no dia 25 chamada "Shooto - Lutando pelo Bope", também no Rio (evento fechado que vai acontecer no quartel do Bope mas que será mostrado ao vivo pelo Canal Combate, da mesma forma que o UFC).

Já nos EUA a mais famosa e charmosa é a modelo Arianny Celeste, que estará no Rio.

São essas duas que nós selecionamos como Musas da Semana. Por essas vale a pena 'sair na porrada', né não? :)

Dica: pela pela primeira vez um evento do UFC vai ser transmitido ao vivo por TV aberta - Rede TV - no dia 27, sábado, às 22:00h. Já o Canal Combate começará as transmissões a partir das 18:00 horas com reportagens especiais. Será no HSBC Arena, com ingressos já esgotados sendo que os mais caros estavam sendo vendidos a R$ 1.600,00. Tem gente anunciando na Internet ingressos a R$ 2.000,00!








18 de agosto de 2011

Imagem do Dia (ou: Coisas da Política...)

Junto com FHC, Sérgio Cabral, Geraldo Alckmin e Antonio Anastasia, a presidente Dilma Rousseff lança o pacto de combate à miséria no Sudeste como parte do Plano Brasil sem Miséria.

Dilma: ""O governo Lula me legou uma herança bendita, elevamos 40 milhões de pessoas à classe média; é uma Argentina."

Lula & Dilma: de 2011 a 2014 (e além)

Desde antes da eleição da Dilma já se falava em "Lula 2014". É claro que isso tem base para ser dito devido ao estrondoso sucesso popular do governo dele.

No entanto concordo que o momento é de priorizar as eleições de 2012.

Além disso é necessário dar todo o apoio a Dilma nos desafios (inclusive internacionais que afetam o Brasil) que se apresentam agora e se apresentarão nos próximos anos.

E também na história do combate à corrupção. Trata-se de um caminho espinhoso, até mesmo perigoso para o mandato dela. Tem de ir avançando sempre, mas com muito cuidado.

Matéria da Folha de hoje:

Lula diz que debater sucessão de Dilma agora é "tiro no pé"

Ex-presidente critica aqueles que pregam a sua volta e busca reconciliar a sucessora com os partidos aliados. Na avaliação de amigos de Lula, Dilma ouviu os conselhos e começou a se reunir com líderes de sua base no Congresso

VALDO CRUZ / NATUZA NERY
DE BRASÍLIA

"O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez chegar a líderes petistas a avaliação de que julga um "tiro no pé" debater agora a sucessão de 2014 e que o PT deve se preocupar no momento com as eleições municipais de 2012.
Em conversas reservadas, Lula disse a amigos desaprovar o comportamento de petistas que, por estarem contrariados com a presidente Dilma, pregam sua volta em 2014 como candidato do PT na eleição presidencial.
Segundo Lula, Dilma é a candidata natural à reeleição, principalmente se fizer um bom governo. Qualquer mudança de rota, diz, depende de uma decisão dela.
O petista está preocupado com o nível de insatisfação não só dentro do PT como entre outros aliados, sobretudo peemedebistas, em relação a decisões da presidente -como a faxina no governo e a falta de diálogo do Planalto com a base governista.
Para Lula, um debate prematuro sobre a sucessão só tende a prejudicar o governo e ajudar a oposição. O próprio Lula, porém, tem estimulado os petistas a lembrar seu nome para 2014 com suas movimentações políticas.
Além de lançar o Instituto Lula, ele tem viajado pelo país e dado declarações sobre os mais diversos temas.
Apesar dos recados enviados aos petistas, Lula também já fez chegar a Dilma que ela precisa se reaproximar de sua base para diminuir seus atritos com aliados.

CONSELHOS
Na avaliação de amigos de Lula, os conselhos deram resultados e Dilma começou a se reunir com líderes aliados para garantir um clima de tranquilidade no Congresso -que na semana passada, chegou a entrar em "greve branca" na Câmara por conta da insatisfação com a demora na liberação de verbas das emendas parlamentares.
O recado de Lula foi endossado publicamente por petistas próximos ao ex-presidente. O senador Jorge Viana (PT-AC) classificou como "desastre" discutir 2014 agora. "Se seguirem com isso, é o começo do fim", afirmou.
Segundo ele, os problemas atuais na relação com o Planalto são "naturais" em início de governo e que os aliados não podem alimentar essa "armadilha maluca".
Lula vai insistir com os petistas que eles precisam gastar suas energias com a articulação de alianças para as eleições municipais de 2012. O ex-presidente será o principal articulador petista na definição das candidaturas do PT no próximo ano.
A presidente já informou a Lula que não pretende participar destas articulações, deixando-as sob a sua responsabilidade.
Dilma acredita que entrar nesse debate pode piorar sua relação com aliados e que, no momento, precisa se concentrar na pacificação de sua base e nas ações para enfrentar a piora da crise mundial."



Trecho:
(...)"O que se sente é o temor que se adensa. Diante do que ocorre hoje em outros países, com o explodir do inconformismo em atos de violência, alguns tentam esconjurar o medo, com o lugar comum de que “brasileiro não é assim”, “o povo já está acostumado”, “isso é fogo de palha”. E há, realmente, os alienados, de escamas nos olhos, cera nos ouvidos e neurônios raquíticos, sobretudo os que não conhecem a história. Não sabem que o Brasil foi construído com rebeliões populares sucessivas, e se todas foram vencidas ou engambeladas pela esperteza das oligarquias, o país sempre foi melhor depois, ainda que tenha pago o tributo de sangue, no fuzilamento de bravos patriotas, como ocorreu na repressão brutal aos revolucionários de 1824, no Nordeste.

A corrupção só medra e se espalha, como as carrapicheiras, porque as instituições foram construídas e reformadas a fim de lhe dar abrigo. Se, no passado, as empreitadas para obras de infraestrutura permitiam e estimulavam a corrupção, hoje a grande oportunidade está na terceirização de serviços, sobretudo mediante as chamadas organizações não governamentais. O ideal dos formuladores do Consenso de Washington, a serviço do grande capital financeiro, é o de reduzir o Estado a mero coletor de impostos e distribuidor de recursos aos prestadores de serviços, grandes corporações ou organizações fantasmas, como as criadas por alguns políticos, a fim de complementar sua remuneração.

Com a consciência de que é necessário extirpar a corrupção pelas raízes, cresce o apoio à Presidente Dilma Roussef, a fim de que ela prossiga no saneamento do governo. Personalidades respeitáveis do país fazem chegar ao Planalto as mensagens de apoio à Chefe de Estado. Os dirigentes da CNBB – o Cardeal Raymundo Damasceno, D. José Belisário e D. Leonardo Ulrich – estiveram em seu gabinete e, em nota oficial, deixaram claro que:

“Os princípios éticos da verdade e da justiça exigem exemplar apuração dos fatos, com a conseqüente punição dos culpados, porque não se pode transigir diante da malversação do emprego do dinheiro público. Sacrificar os bens devidos a todos é um crime que clama aos céus por lesar, sobretudo, os pobres”."(...).

17 de agosto de 2011

David Gilmour: Em uma ilha

São quase 23:30h e era melhor que eu já estivesse deitado. Acordo cedo pra caramba. Mas cheguei da academia, fui tomar banho, jantar e... no Multishow HD tá passando um show do David Gilmour!

Eu até já tenho ele gravado. Mas é o tipo de show que dá para ver dezenas de vezes sem cansar.

Aí não resisti e resolvi colocar uma música desse concerto aqui no blog.

Duas coisas que dão ainda mais importancia ao evento:
- Foi uma das últimas apresentações do tecladista Richard Wright (também do Pink Floyd) que nos deixou bem antes do tempo.

- Participam nos vocais mais duas figuras lendárias: David Crosby e Graham Nash, do incomparável super-quarteto Crosby, Stills, Nash & Young.

Escolhi a belíssima "On a Island" faixa título de um dos mais recentes álbuns solo de Gilmour. Coloquei dois videos porque no primeiro está o show a que me refiro. Já o segundo é um video que contém a tradução da poética letra. Vejam e ouçam os dois. De preferência com fones de ouvido.


Nem revolta, nem revolução, somente uma "radical metamorfose ecológica"- por Edgar Morin

O Edgar Morin (a pronúncia é Morrã) é um velho e querido conhecido. Foi com ele que bebi na fonte do pensamento complexo, foi com ele que me permiti embriagar pelo caótico mundo dos Homo "Sapiens Demens", foi nas leituras enigmáticas de suas visões de mundo que tomei pé do nosso trágico, frágil e radical momento histórico enquanto espécie, mamíferos, indivíduos, sociedades, culturas e destinos na biosfera terrestre...

Também foi nas leituras de Morin que conheci com mais propriedade e refleti com muito mais profundidade o significado de alguns termos ainda meio exóticos como: "ecologia da ação", "dialógica", "incompreensão", "hipercomplexidade", "ética", "antropo-socio-bio-eco-psico-cultural", dentre diversos outros...

Lembro-me de certa vez na Universidade Cândido Mendes no Rio de Janeiro, lá pelos idos anos 90, quando eu assisti frente a frente as poderosas argumentações deste magnífico pensador, eu fiquei ainda mais entusiasmado com a complexidade, com o pensar complexo, com a transdisciplinaridade, com aquelas propostas fenomenais sobre como o nosso pensamento estaria (e está) fragmentado para entender e para compreender minimamente o mundo contemporâneo. Eu me vi simplesmente fascinado ao encontrar nas abordagens do mestre Morin uma sintonia fina e profunda com aquelas visões que já me brotavam na minha mente - de alguma forma ainda bastante preliminar - construídas que foram, muito por conta de buscas muito pessoais, e pelos estudos (muitos deles de forma autodidata) sobre ecologia rasa e profunda, biologia, antropologia, ciências da terra, sociologia, etc, e que mesmo com enorme esforço, eu não conseguia uma adequação, um ajuste viável...sempre as mesmas conclusões de que aprendemos a entender as coisas deste mundo como fragmentos e não como um todo, ou seja, a maneira pela qual vemos o mundo por disciplinas e por partes que não se comunicam, não nos permiti compreender adequadamente os fenômenos da Vida, dos Seres Humanos, das Sociedades, da Humanidade, da Terra, do Universo...

É certo que as disciplinas muito, muito mesmo, nos ajudaram a construir as bases para uma limitada compreensão racional das coisas, mas hoje não mais cumprem os papéis de outrora, pois as forças imprensas pela velocidade e a virtualidade das informações, somada aos desgastes abomináveis das relações sociais em geral, e aos ajustes caóticos dos ecossistemas na biosfera terrestre, estão promovendo transformações e mutações para lá de surreais! Talvez por aqui seja a trilha da "radical metamorfose ecológica" proposta por ele!

As revelações visionárias do mestre Morin sempre foram e serão um antídoto para ansiosos como eu, é verdade! Se por um lado reafirmam sentidos, construindo redes cognitivas para melhor compreensão das variadas realidades vivenciadas, coletiva e individualmente; por outro, desconstroi saberes arraigados no mofo dos porões, permitindo a súbita avalanche da ampliação de consciência...não é tão simples assim...mas é simples assim!

Adorei encontrar esta dica do novo livro de Morin - "Rumo ao Abismo?" - na Revista Carta Capital desta semana. Ele hoje com 90 anos continua um otimista e um apaixonado pelo Brasil e seu povo mestiço, poucos pensadores europeus da atualidade, apostam tanto quanto ele na sabedoria desta gente tropical mais ao Sul!   

Edgar Morin
Bertrand Brasil, 192 págs., R$ 29


O filósofo, sociólogo, biólogo, escritor e crítico cultural francês Edgar Morin
"Na coletânea de uma década de artigos Rumo ao Abismo?, publicada há quatro anos na França e agora lançada em português pela Bertrand Brasil, o bem conhecido filósofo, sociólogo com formação em biologia, escritor e crítico cultural francês Edgar Morin, nome literário de Edgar Nahoum, de 90 anos, conta basicamente que, para resolver os seus problemas, os seres humanos não podem mais recorrer a nenhuma das duas estratégias por eles aplicadas  há séculos em situações de emergência social, política e econômica, mesmo porque a emergência agora é também ambiental. Nem a reforma nem a revolução são soluções hoje, ele sustenta. Só uma radical metamorfose, tal como a que a lagarta sofre para se tornar uma borboleta, poderá, a seu ver, salvar a humanidade."  
VEJA MAIS 

"Elogio da Metamorfose
 Morin Edgar
Quando um sistema é incapaz de tratar os seus problemas vitais, se degrada ou se desintegra ou então é capaz de suscitar um meta-sistema capaz de lidar com seus problemas: ele se metamorfoseia. O sistema Terra é incapaz de se organizar para resolver seus problemas críticos: perigos nucleares que se agravam com a expansão e, talvez, a privatização das armas atômicas; degradação da biosfera; economia mundial sem verdadeira regulação; retorno da fome; conflitos étnico-político-religiosos que tendem a se desenvolver em guerras de civilização.

O aumento e a aceleração destes processos podem ser considerados como o desencadeamento de um poderoso feedbacknegativo, um processo pelo qual um sistema se desintegra irremediavelmente.

A desintegração é provável. O improvável, mas possível é a metamorfose. O que é uma metamorfose? Nós vemos inúmeros exemplos no reino animal. A lagarta que se fecha num casulo começa um processo ao mesmo tempo de destruição e de autoreconstrução, como uma organização e uma forma de borboleta, diferente da lagarta, permanecendo a mesma. O nascimento da vida pode ser concebido como a metamorfose de uma organização físico-química, que, tendo chegado a um ponto de saturação, cria a meta-organização viva que, embora tendo os mesmos aspectos físico-químicos, produz novas qualidades.

A formação das sociedades históricas – no Oriente Médio, na Índia, na China, no México, no Peru – constitui uma metamorfose a partir de um conjunto de antigas sociedades de caçadores-coletores, que produziu as cidades, o Estado, as classes sociais, a especialização do trabalho, as grandes religiões, a arquitetura, as artes, a literatura e a filosofia. E também as piores coisas: a guerra e a escravidão. A partir do século XXI se coloca o problema da metamorfose das sociedades históricas em uma sociedade-mundo de um novo tipo, que englobará a ONU, sem suprimi-la. Porque a continuação da história, isto é, das guerras, por parte dos Estados com armas de destruição em massa, leva à destruição da humanidade. Ainda que, paraFukuyama, sejam as capacidades criativas da evolução humana que se esgotaram com a democracia representativa e a economia liberal, devemos pensar que, ao contrário, é a história que se esgota e não as habilidades criativas da humanidade.

A ideia de metamorfose, mais rica do que a ideia de revolução, guarda a radicalidade transformadora, mas a liga à conservação (da vida, do patrimônio cultural). Para ir rumo à metamorfose, como mudar de caminho? Mas se parece possível corrigir alguns males, é impossível romper a lógica técnico-científico-econômico-civilizacional que leva o planeta ao desastre. No entanto, a História humana mudou muitas vezes de caminho. Tudo recomeça por uma inovação, uma nova mensagem desviante, marginal, pequena, muitas vezes invisível para os contemporâneos. Assim começaram as grandes religiões: budismo, cristianismo, islamismo. O capitalismo se desenvolveu parasitando as sociedades feudais para finalmente decolar e, com a ajuda de monarquias, desintegrá-las.

A ciência moderna formou-se a partir de algumas mentes desviantes dispersas, GalileuBaconDescartes, e então criou suas redes e associações, se introduziu nas universidades no século XIX, e depois, no século XX nas economias e nos Estados para se tornar um dos quatro poderosos motores da nave espacial Terra. O socialismo nasceu de algumas mentes autodidatas e marginalizadas no século XIX para se tornar uma formidável força histórica no século XX. Hoje, tudo tem que ser repensado. Tudo deve recomeçar."

16 de agosto de 2011

Como vai a vida?

Ótimo curta de animação de Steve Cutts.
Uma reflexão(?!) sobre a vida.




Music by Guided by Voices

15 de agosto de 2011

O Planeta dos Macacos: A Origem (da origem)

Todo mundo lembra da série de TV "O Planeta dos Macacos". Todo mundo que já não é tão jovem, digamos assim.

Bem, falei da série de TV mas tem os longa-metragens (tem hífen aqui?) cinematográficos. Nem sei mais quantos filmes foram e também não sei se a série de TV veio antes ou depois dos primeiros filmes do cinema. Teve até um outro seriado em desenho animado.

Rebobinando: No cinema (dei uma olhada agora na Wikipedia para o post não ficar tão sem informações) foram os seguintes filmes (vi todos, assim como vi os episódios da TV):
"O Planeta dos Macacos" (1968), "De Volta ao Planeta dos Macacos" (1970), "Fuga do Planeta dos Macacos" (1971), "A Conquista do Planeta dos Macacos" (1972), "Batalha pelo Planeta dos Macacos" (1973) e "Planeta dos Macacos" (2001).

Por essas datas já concluo que a série de TV veio depois dos primeiro filmes. Todos são baseados na mesma ideia desenvolvida pelo francês Pierre Boulle em seu romance "La planète des singes" ("O Planeta dos Macacos") publicado em 1963.

Originalmente era uma ferrenha crítica social ao antropocentrismo e ao totalitarismo.

Neste mês sai uma nova versão ou um novo episódio, dez anos depois da última leitura. O título faz referência à ascenção dos macacos e no Brasil vai se chamar "O Planeta dos Macacos: A Origem". Talvez fosse correto chamar de "A origem da origem", uma vez que essa história já foi contada.

Mas agora a tecnologia é outra (tanto da produção do filme como dos conhecimentos científicos em relação à 1963) e eles criaram uma nova vertente do DNA da série.

Estreia no Brasil no dia 26 deste mês e tem tudo para ser um bom filme. De minha parte vou matar a saudade da infância, quando assisti essa "franquia".

Já para as novíssimas gerações tem um atrativo a mais: a participação (como coadjuvante) do ator Tom Felton, o (não tão) vilão Draco Malfoy de Harry Potter.

Segue o trailer oficial e um outro video que eu recebi. Esse segundo eu não sei se é uma sacanagem ou é uma peça publicitária disfarçada. Seria o que eu falei, algo como "a origem da origem...". Uma tropa africana brincando com um macaco. Sobrou pra eles. Impagável.

Problemas anuais da Sandy com a mídia

Estão fazendo um verdadeiro "cavalo de batalha" (nota pseudo-intelectual explicativa do blogueiro: confusão sem nenhuma razão que a justifique; tumulto por pouca coisa) por causa das declarações da cantora Sandy (aquela da dupla Sandy & Junior) em uma entrevista para a edição deste mês da revista Playboy.

Confesso que estou de saco cheio (epa!) disso. Todos os anos (com trocadilho por favor) aparece alguma coisa relativa à recatada cantora que foi garota-propaganda (da) Devassa.

Deixem à moça ter o prazer dela como (ou por onde) quiser.

A bem da verdade estão mesmo é vendendo mais revistas (não bastasse a presença da Adriane Galisteu) e a Sandy voltou a ter destaque na mídia. No final todos se dão bem. Menos eu!

Como na Internet tem sempre uns gaiatos radicais, segue uma "tirinha" com uma piadinha maldosinha sobre a declaração "bombástica" da comportada Sandy. Sobrou pro mano dela. :)

O AC/DC e o Vinho

Vinho australiano de boa qualidade sob o rótulo e a aprovação de uma da maiores bandas de rock de todos os tempos, os também australianos (e escoceses) do AC/DC (que eu assisti na primeira edição do Rock in Rio em 1985).

Boa jogada de marketing! Poderiam fazer também de outras bandas e outros estilos musicais, como o Jazz que parecer até ter uma conexão maior com o vinho.

Heavy-Metal pede mais é whisky (Scotch). Ou cerveja mesmo! Bem, tudo contém álcool. É o que importa!

"A banda de rock australiana AC/DC lançará uma exclusiva coleção de vinhos com o nome de algumas de suas canções mais conhecidas.

"Back in black Shiraz", "You shook me all night long Moscato", "Highway to hell Cabernet Sauvignon" e 'Hells Bells Sauvignon Blanc" são os nomes das bebidas elaboradas pela adega australiana Warburn Estatede com a assinatura da banda liderada pelos irmãos Young, de acordo com a imprensa local.

O preço desta coleção de vinhos exclusivos, que começará a ser vendida a partir do dia 18 de agosto na Austrália, ainda não foi revelado. "Será um fenômeno mundial, mas primeiro queremos nos estabilizar em nosso mercado local", afirmou Steve Donohue, gerente das destilarias Woolworths.

O AC/DC, com mais de 200 milhões de discos vendidos, foi formado em 1973 pelos irmãos escoceses Angus e Malcolm Young em Sydney."

Fonte: G1

14 de agosto de 2011

Video do Dia, quer dizer, da Noite

Talvez esteja faltando nesse video de "previsão do futuro" as recentes manifestações e (em alguns casos) revoluções sociais facilitadas ou viabilizadas pela troca de informações online. É a mesma tecnologia. E isso só está começando...


"Assistam ao video, que é um ensaio futurista da relação entre as mídias e nossas vidas. Reparem que ele foi postado em 2007 e nos "créditos" aparece o narrador Avatar do Philip K. Dick - escritor americano de ficção científica que teve suas obras adaptadas para o cinema, como exemplo Blade Runner e Minority Report."

Um Piano Para Todos Os Momentos

Ao amanhecer, ao cair da tarde, por volta da meia-noite...
Para todas as horas, todos os dias da semana.
Quando for necessário.
George Winston: "Moon".

Feliz Dia dos Pais!

Dia dos Pais

12 de agosto de 2011

Música Clássica no Fim de Semana

Já postei muita música aqui no blog: Rock, Pop, Jazz, MPB, New Age...
Mas quase nada da chamada "Música Clássica" ou "Erudita".
É que nos últimos tempos não tenho ouvido nada dos grandes compositores.
Ouvir música clássica exige atenção, dedicação, calma... E isso tem faltado.
Mas hoje deu saudades e resolvi dividir com vocês um pouco desses sons maravilhosos.
Um presente para uma noite de sexta-feira.
Bom fim de semana e, desde já, Feliz Dia dos Pais!

Começando com "Morning" da "Peer Gynt Suite" de Edvard Grieg.

Essa é de uma rapaz chamado Mozart. Só um gênio. "Piano Concerto n.21. Andante", também conhecida como "Elvira Madigan".

Olha o belíssimo "Concerto n. 1" de Tchaikovsky com Valentina Lisitsa ao piano.

Outra do Tchaikovsky: "Valsa das Flores" da Suite "O Quebra-Nozes", aqui com imagens do filme "Fantasia" de Walt Disney de 1940.

"Moonlight Sonata" do Beethoven. Sem comentários...

"Clair de Lune" do Impressionista francês Debussy.

Vivaldi, "Primavera" de "As Quatro Estações".

"Pequena serenata noturna". Mozart. Pequena?

Valéria & Janete ou Ronaldinho & Neymar

Musa da Semana: Flávia Alessandra

Nascida em Arraial do Cabo, Região dos Lagos do Rio de Janeiro, Flávia Alessandra de 37 anos é advogada e atriz, tem dupla cidadania (Brasil e Portugal) e vem se destacando nas novelas da Globo desde os anos 90, inclusive como protagonista.

Mãe de duas filhas, muito bonita, corpo escultural, inteligente e simpática (bem, essa última parte eu concluí pois - infelizmente - não a conheço pessoalmente) ela merece ser a homenageada da semana em nosso sempre especial post "Musa".

Espero que goste. Mas se não gostar, preocupe-se. Há algo errado com você.







11 de agosto de 2011

Seios

Postado pelo amigo Alfredo Manhães na sua página no Facebook. Legal.

"Há os seios normais ( . )( . ), os com silicone ( + )( + ), seios perfeitos (o)(o)...

Alguns estão com frio (^)(^), outros são da vovó \./\./

E não se esqueça dos grandões (o Y o), dos bem pequenos (.)(.), nem dos assimétricos (•)(.)

Cuidado com o câncer de mama! Salve seus seios !!

Toque-os todo dia para sentir alguma diferença e vá regularmente ao médico!"

A Árvore da Vida

E já que eu falei sobre o filme "Super 8"... tem outra estreia muito boa amanhã!
Outra boa pedida para um "programa família" no fim de semana que tem o Dia do Pais.
"A Árvore da Vida" vem credenciado com o prêmio no Festival de Cannes e ainda tem Brad Pitt e Sean Penn.
A história parece ótima!
Difícil escolher entre os dois.




Conheça os bastidores do filme de Terrence Malick estrelado por Brad Pitt e Sean Penn.

Super 8


O pessoal mais jovem não deve estar ambientado com a expressão "Super 8" que foi a primeira 'filmadora caseira'. Faz tempo mesmo...
É o título do filme que estreia amanhã. Direção de J.J. Abrams e produção de Steven Spielberg, com clima de filmes dos anos 80, tipo "E.T.", "Goonies" e "Contatos Imediatos".

Boa pedida para assistir no fim de semana com a família, que inclui o Dia dos Pais.




The Book Is On The Table: "A Arte de Ser Leve" e "Mulheres: Por que Será que Elas...?"

Recebi um artigo da jornalista mineira Leila Ferreira. O título: "A Arte de Ser Leve".

Calma, não se trata de nenhuma dieta de emagrecimento. Trata sim o texto de uma
"elegância existencial mesmo diante das adversidades" pois "nenhuma carga de insatisfação pessoal justifica nos transformarmos em seres de espírito obeso, criaturas permanentemente estressadas e insatisfeitas". Parece ser legal, né?! E é.

Resolvi pesquisar e verifiquei que o título é o mesmo de um livro da Leila, publicado pela Editora Globo.

Reproduzo abaixo a sinopse do livro e logo a seguir a crônica citada. Vale a pena ler.


Aliás esse é o segundo texto da Leila Ferreira que colocamos aqui no blog. O outro chama-se "Do Bom e do Melhor" e pode ser conferido no post
"Alain de Botton ('A Arte de Viajar' e 'Desejo de Status')".


"A Arte de Ser Leve" - Editora Globo
Sinopse:
"Tem gente que anda com um enorme bacalhau nas costas. A imagem é usada pela jornalista Leila Ferreira pra descrever aqueles que não conseguem se livrar da carga do mau humor e vão estragando o dia de quem tem o azar de topar-lhes o caminho. A autora de 'A arte de ser leve' se inspirou no rótulo de um tônico, a Emulsão de Scott, que continha o intragável óleo de fígado, e trazia estampado um marinheiro arcado sob o peso do peixe às suas costas. O livro visa ser um antídoto contra os 'bacalhaus' que muitas vezes as pessoas arrastam pela vida afora. A autora não pretende ser a 'dona da verdade', usar de didatismo em receitas fáceis e tampouco quer apresentar complicações acadêmicas. As histórias e impressões vão sendo aos poucos tiradas do cotidiano, da memória, das entrevistas acumuladas em sua carreira com pessoas importantes e dos bate-papos com anônimos. Dessa maneira, costurando informações científicas, divagando, conversando, a autora propõe uma pequena revolução num mundo abarrotado de e-mails e telefones celulares, de pouca cortesia e muitas dietas, cheio de ambição e consumismo transformar os gestos do cotidiano, aqueles que prendem e sobrecarregam as pessoas sem sequer dar a elas a chance de percebê-los."


A Arte de Ser Leve
"Costumo dizer que, depois de passar alguns anos correndo atrás da felicidade, hoje prefiro andar sem pressa em busca da leveza. Não a leveza que nos aliena ou nos condena à superfície, mas aquela que nos inspira a manter uma espécie de elegância existencial mesmo diante das adversidades – e adversidade é coisa que nunca falta pelos caminhos. Todos nós temos problemas, todos nós convivemos com frustrações e perdas. Mas nenhuma carga de insatisfação pessoal justifica nos transformarmos em seres de espírito obeso, criaturas permanentemente estressadas e insatisfeitas que parecem carregar nas costas (e na alma) o peso do universo. Não há nada mais penoso do que conviver com pessoas desagradáveis – seja na casa, no trabalho, no prédio onde moramos ou na fila do cinema. E a recíproca, claro, é verdadeira: compartilhar um espaço, uma atividade ou uma vida com alguém leve é um dos grandes prazeres da existência.

Quando penso nessa leveza que acrescenta qualidade ao cotidiano, penso antes de mais nada, em bom humor e gentileza. Pessoas indelicadas, incapazes de dizer “obrigado” ou “por favor”, aquele colega da empresa que nunca dá um “Bom dia”, o chefe que maltrata os funcionários, o motorista que sai dando fechadas no trânsito, a vendedora que não cumprimenta os clientes: quem é que gosta de dividir seu cotidiano com pessoas assim? E aquele médico que não dá um sorriso sequer, o marido que não abre a cara por nada deste mundo, a amiga que reclama de tudo e de todos, a colega de trabalho que parece estar brigada com todos e com tudo: alguém merece conviver com criaturas assim?

Quando se abre a mão da gentileza, a qualidade de vida cai drasticamente. Não há como manter bons relacionamentos – sejam eles na esfera profissional, social ou familiar – quando se é descortês ou grosseiro. E quando nossos relacionamentos deixam a desejar, nossa qualidade de vida é expressivamente reduzida. Com o humor ocorre o mesmo. Pessoas bem humoradas ou com senso de humor convivem melhor com o mundo e com elas mesmas. Não criam dramas desnecessários e, com isso, reduzem o impacto das circunstâncias desfavoráveis que inevitavelmente fazem parte do nosso dia a dia.

Antigamente, valorizava-se muito a simpatia. Hoje, no mundo das aparências e do consumismo, valem o corpo malhado, o carro do ano, o rosto sem rugas, a roupa de grife. Aos poucos, vamos nos esquecendo de sermos agradáveis – é como se a simpatia fosse uma virtude bobinha do passado, uma prima pobre esquecida diante de tantos modismos. Apressados, estressados e esgotados pelo esforço permanente do “ter que fazer”, “ter que correr”, “ter que se dar bem” e “ter que competir”, vamos aumentando, sem perceber, o peso que carregamos na alma. É como se a cada dia acrescentássemos alguns quilos a nossa bagagem e o percurso vai ficando cada vez mais arrastado e mais difícil.

Para quem não teve a sorte de nascer leve, leveza é algo que se aprende, garante um casal de psicólogos portugueses que entrevistei para o meu livro sobre esse tema. Helena Marujo e Luís Miguel Neto dão treinamentos em empresas, escolas e hospitais para ensinar as pessoas a serem mais bem humoradas, mais agradáveis, mais otimistas. Fácil não é elas admitem. Mas é possível. São escolhas diárias que fazemos, pequenas e grandes escolhas: como vou tratar este colega? Vou respeitar ou não meus funcionários? Vou passar duas horas reclamando da vida para os meus filhos? Esta minha cara fechada é algo que alguém merece ter por perto? Até quando vou impor meu azedume a quem me cerca? Quando foi a última vez que tentei ser uma pessoa melhor, mais generosa e delicada, menos amarga ou agressiva? São perguntas que podemos, ou devemos, nos fazer cotidianamente – pequenos exercícios em prol da leveza e da tão falada qualidade de vida.

Mestres na arte de cortar carboidratos e contar calorias, talvez seja hora de colocarmos a alma na balança, aparar as arestas e reduzir as gorduras do espírito. “Travel light”, costumam recomendar os guias de viagem: “viaje leve”, ou seja, quanto menos bagagem, maior a chance de desfrutarmos o que aparece no caminho. Quando a alma pesa pouco, viaja-se, ou vive-se melhor. E, claro quem convive conosco agradece."

Outro livro de Leila que parece ser bem legal é "Mulheres: Por que será que elas...?" também da Editora Globo.
Sinopse:
"Por que as mulheres hidratam os cotovelos? Por que insistem em usar roupas com botões nas costas? Por que enlouquecem diante de sapatos e bolsas? Porque confiam tanto na astrologia e no tarô? Por que acham normal fazer quatro coisas ao mesmo tempo? Por que confundem magreza com felicidade? Por que fazem tão pouco o que querem, preferindo fazer tudo o que acham que os homens querem?

Ao desenvolver o texto de Mulheres: por que Será que Elas...? a partir de perguntas relativas ao cotidiano feminino, a jornalista Leila Ferreira produziu um bem-humorado esboço de resposta para uma questão fundamental: afinal, o que é ser mulher neste início de século 21? O resultado - lançado em livro pela Editora Globo - é uma terna (porém aguda) análise das loucuras cotidianas que só as mulheres são capazes de cometer.

Moda, consumo, homens, auto-estima, esoterismo, culpa, sexo, hormônios, estética, estresse e - claro - amor estão entre os temas desta panorâmica sobre o comportamento do eu feminino contemporâneo. Experiente entrevistadora, a autora buscou a matéria-prima de seu livro na vida real. Numa peregrinação por bares, restaurantes, salões de cabeleireiro e clínicas de estética, entre uma infinidade de outros locais, Leila conversou com mais de 50 mulheres. Um esforço compensado por depoimentos e histórias tão absurdamente engraçados que, embora sejam de verdade, parecem pura ficção."

Um Dia na California

Bom curta que mostra algumas vistas da California, USA.
Não foi utilizada filmadora e sim 10.000 fotografias que foram 'sequenciadas' em estudio em um resultado de pouco mais de dois minutos.
A trilha sonora é a música "Arrival of the Birds" da Cinematic Orchestra.

10 de agosto de 2011

Os Mutantes


Na segunda metade dos anos 60 e primeira metade dos anos 70 existia um grupo musical no Brasil que estava na vanguarda do que era feito no mundo sob rótulo de "Psicodelia". Mas não era só isso. Estavam também no Tropicalismo, Rock Progressivo, World Music, MPB, etc.
Os Mutantes estão entre os melhores de todos os tempos em todos os estilos musicais.
Viva Rita Lee e os irmãos Sérgio e Arnaldo Baptista!
Todos os seus discos são "Discoteca Básica". Admirados pelos maiores especialistas em música do mundo todo.
Brasil!!!



MTV: 30 Anos

Neste mês de agosto a MTV americana esté comemorando 30 anos de sua criação.
Não há como menosprezar a importância da MTV na divulgação musical, sobretudo nos 15 primeiros anos.
Depois, com as mudanças da indústria musical, a MTV foi perdendo o seu poder de fogo e teve de se adaptar aos novos tempos da Internet.
Para registrar a data a revista Time fez uma lista dos trinta melhores clips (videos musicais) de "todos os tempos".
Coloquei entre aspas porque a lista começa em 1980 e os videoclips começaram a existir bem antes. A revista pode até achar o mesmo, mas se for assim é porque consideraram que nada do que foi feito antes mereceu entrar na lista.
É claro que discordo disso.
De qualquer forma seguem os 15 primeiros da relação, com link direto. Se desejarem assistir o restante é só seguir a sequencia no mesmo endereço da Time.
Uma boa ideia seria fazer uma relação com os melhores clips nacionais.
Se arranjar tempo eu faço e coloco aqui. Mas vai ser a minha opinião...

Talking Heads, 'Once in a Lifetime' (1980)

Michael Jackson, 'Thriller' (1984)


Godley and Creme, 'Cry' (1985)

a-Ha, 'Take On Me' (1985)

Tom Petty and the Heartbreakers, 'Don't Come Around Here No More' (1985)

Run-DMC, 'Walk This Way' (1986)

Peter Gabriel, 'Sledgehammer' (1986)

Madonna, 'Express Yourself' (1989)

Sinéad O'Connor, 'Nothing Compares 2 U' (1990)

Nirvana, 'Heart-Shaped Box' (1993)

Nine Inch Nails, 'Closer' (1994)

The Beastie Boys, 'Sabotage' (1994)

Weezer, 'Buddy Holly' (1994)

Jamiroquai, 'Virtual Insanity' (1997)

Missy Elliott, 'The Rain (Supa Dupa Fly)' (1997)

9 de agosto de 2011

Save Water

A "futura" escassez de água doce no mundo já é uma realidade há muito tempo em muitos lugares.
Não custa nada reforçarmos a necessidade de poupar o precioso líquido...


Uma cantoria gaúcha

Com suas dimensões continentais o Brasil é uma país cheio de sotaques, usos, costumes e manias regionais.
É o caso de um estilo de cantoria do interior do sul do Brasil.
Cliquem no link abaixo e tentem acompanhar ou pelo menos entender o que está sendo cantando...
Muito engraçado.

Karaoquê Gaúcho

Os traços sociais da tecnologia avançam...agora sobre Londres e depois?!

Todo o processo de globalização engendrado pelas artimanhas do mercado e pela ganância intrísica do sistema financeiro capitalista, certamente não levou em conta as forças indomáveis das "conexões ocultas" ou das "teias da vida" - aqui explorando um pouco os temas dos livros de Fritjof Capra - que co-habitam e co-evoluem nos cenários humanos dos mais variados. Não terei tempo agora de explorar melhor o tema, mas tentarei depois...

Hoje em dia então, nem se fala! As tecnologias de comunicação e de informação estão, literalmente, construindo novidades caóticas - em tempo real - no campo social, numa velocidade impossível de serem assimiladas e tratadas pelas estruturas sociais que temos, construídas que foram por este modelo de desenvolvimento da humanidade, baseado tão somente no capital, no lucro e no controle rígido da sociedade pelo domínio da informação e da comunicação nas mãos de pequenos grupos ou do próprio Estado!

Agora algo preverso está sendo desencadeado por todos os cantos...neste momento em Londres, mas nos últimos meses nós assistimos a um sem número de mobilizações mundo afora...Egito, Síria, Líbano, etc...nos dando fortes sinalizações de que estamos nos primórdios de grandes eventos sociais e também ambientais...veremos muito mais... e eu tentarei voltar ao tema!      

"Em Londres, o novo BlackBerry

Em 2005, quando os jovens filhos e netos de imigrantes tomaram as ruas de Paris e lançaram fogo em veículos, tinham celulares à mão. Se comunicavam e combinavam o jogo via SMS. Torpedos. Em 2008, no Irã, a relação foi via Twitter. No Egito, no início deste ano, o Facebook foi a ferramenta escolhida. Agora, em Londres, os jovens revoltados, desempregados, têm BlackBerries. É um longo e inesperado caminho para o aparelho que foi criado para altos executivos.
O primeiro celular BlackBerry chegou ao mercado em 2003. O conceito de um smartphone era novo, mas ele já tinha tudo: e-mail, web e os serviços móveis padrão, como telefonia e SMS. Era também muito caro e, por isso mesmo, tinha como público alvo executivos. Havia resistência a usar e-mail no celular. Parecia fácil de vazar, qualquer hacker poderia fazê-lo. A Research in Motion (RIM), empresa canadense que o criou, fez um sistema seguro, com rede própria. Fazia parte do atrativo. A um tempo, smartphone e BlackBerry eram sinônimos.
Tecnologia é produto de consumo e, portanto, a decisão de compra é complexa. As necessidades fazem parte da escolha. Mas marcas são construídas para ter apelo emocional. Quem gosta de Apple quer passar uma imagem de sofisticação descolada. Quem prefere Android, de certa forma, transmite um espírito independente. BlackBerry, durante um bom tempo, quis transmitir a ideia de seriedade, sisudez.
A Apple chegou tarde ao jogo dos celulares com o iPhone, em junho de 2007. O aparelho era lento, tinha uma câmera ruim, mas era uma beleza de usar. Fácil e elegante. Só em 2009, quando a terceira geração foi lançada, é que o hardware chegou ao patamar de qualidade do software. Mas, desde o início, o iPhone vendeu bem. Quando os primeiros celulares Android chegaram, no fim de 2008, eles seguiam a mesma lógica do modelo Apple.
A princípio, o BlackBerry manteve a imagem de celular do homem sério. Nos últimos dois anos isso tem mudado rapidamente. A RIM não conseguiu acompanhar o ritmo de inovação de Apple e Google. Foi uma empresa inovadora, tropeçou. E é aí que as forças de mercado desmontaram a estratégia de marketing do BlackBerry para transformá-lo no veículo de propagação da revolta da juventude pobre de Londres."

LEIA MAIS

Viajar pelo mundo, comer, aprender...

Três filmes de 1 minuto cada.
Três camaradas.
11 países, 44 dias, mihares de milhas percorridas.
Uma boa idéia.
Direção de Rick Mereki.





Um vinho saboroso...

Eu já conhecia essa imagem.
Mas ela não estava associada ao vinho.
Agora corre na Internet que trata-se de um anúncio da bebida.
Não sei não. Acho que fizeram uma montagem.
De qualquer forma Periquita é mesmo um dos bons vinhos portugueses e encontrado facilmente por aqui - inclusive em supermercados - a preços convidativos.
Quanto à insinuação em cima da foto e frase.. bem, é no mínimo criativa. Ok, poderia ser mais light, mas valeu.

Saúde!

Você está satisfeito(a) com o que é apresentado hoje no Brasil em relação à saúde (pública e privada)?
Nem eu.

E o ex-ministro da saúde José Gomes Temporão também não. E tem alguém satisfeito?
Precisaríamos de páginas para enumerar os problemas públicos e privados: falta de profissionais, falta de leitos, planos de saúde que parecem planos de telefonia, falta de apoio ao idoso, etc. etc. etc.
Segue parte de uma entrevista de Temporão concedida à Folha.com:

Saúde do Brasil vive processo de "americanização"

DENISE MENCHEN
DO RIO


"Recém empossado diretor de um instituto internacional que tem como objetivo buscar soluções para a saúde pública dos 12 países da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), o ex-ministro José Gomes Temporão vê em curso um processo de "americanização" do setor no Brasil.

Para ele, a falta de uma fonte estável de recursos faz com que as famílias e as empresas assumam cada vez mais um papel que deveria ser do Estado.

Sanitarista de formação, Temporão, 59, avalia que seu maior mérito nos três anos e dez meses como ministro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi colocar a saúde numa "dimensão política". Filiado ao PMDB, ele cogita ir para o PSB e não descarta ser candidato no futuro.

Atualmente, além de comandar o Isags (Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde), que recebeu investimentos federais de cerca de R$ 1 milhão, mantém vínculos com a Fiocruz (onde ingressou há 31 anos) e integra uma equipe internacional de avaliação do sistema de saúde da China, que estuda reformas para o setor.

A saúde é sempre uma das áreas mais mal avaliadas dos governos. Por que é tão difícil elevar a qualidade do SUS?

São múltiplos os aspectos. Um é a especificidade da saúde, que não pode esperar. Uma pessoa, em situação de sofrimento, precisa ser acolhida, e nem sempre isso é possível na escala em que as pessoas demandam.

O segundo aspecto é financeiro. O sistema de saúde brasileiro sofre de um problema crônico que já dura 15 anos, que é o subfinanciamento, que nos empurra gradualmente para uma espécie de americanização do sistema de saúde e leva à degradação dos serviços.

Por quê?

O Brasil gasta aproximadamente 8% do PIB em saúde. Quando se olha a divisão entre gasto público e privado, o público é apenas 38% do total. Quem está financiando a saúde no Brasil são as famílias, principalmente, e as empresas. O gasto per capita das famílias de classe média que têm planos é pelo menos duas vezes e meia maior do que o do SUS --e o SUS atua da promoção ao transplante.

O que acha da decisão do governo paulista de destinar até 25% das vagas em hospitais públicos para pacientes de planos?

Sou totalmente contra. Essa medida traz o risco de criar uma dupla porta. Não sou contra as pessoas que têm planos usarem esse serviço. Desde que o SUS seja ressarcido pelo plano. Sem criar uma estrutura para atender um e uma estrutura para atender outro. Temos que construir modelos que reduzam as diferenças, não que as aprofundem.

Qual sua principal conquista e sua principal derrota à frente do ministério?

A maior conquista foi ter recolocado a saúde pública numa dimensão política, numa perspectiva ampla. Com múltiplos temas: a questão da sexualidade, do aborto, da quebra de patente, da gestão, da informação, da educação, da promoção da saúde. A derrota foi não ter conseguido regulamentar a emenda 29.

Nota do Blog: A "Emenda 29" trata da regulamentação dos recursos destinados à saúde. Ainda tá rolando no Congresso...

Videos do Dia (quer dizer, da Noite)

Neste momento a Bolsa de Tóquio cai 4% (estou falando de amanhã, já é dia 9 lá; quer dizer, já é dia 9 aqui também!).
Mas Obama disse que a economia americana sempre será AAA, que é aquela pilha 'palito'. Não necessariamente alcalina.
Enquanto Londres arde, vamos nos fazendo de desentendidos e vemos uns videos pra relaxar...

O título desse poderia ser: mulheres que tinham muitas aplicações na Bolsa. E não estavam, obrigatoriamente, com TPM. Se alguém lembrar o nome do filme...

Não fui eu que fiz esse comercial. Foi um fabricante de tinturas para cabelo. É tintura que se fala?

Não concordo com o título dado em português. Rola um clima... Até certo ponto do comercial dá vontade de estar no lugar do médico. Mas depois...

8 de agosto de 2011

Segunda-Feira Cinzenta na Economia do Mundo?

As Bolsas Asiáticas estão fechando com quedas razoáveis na manhã desta segunda-feira. Vamos ver como vão abrir daqui a pouco as Ocidentais.
Ao que parece a operação 'apaga-incêndio' do G7 no fim de semana não atingiu (pelo menos totalmente) os objetivos desejados.
Ou seja, a coisa tá ficando feia. E eu não sou o culpado. Nem você. Mas pode sobrar (pelo menos um pouco) pra gente, apesar da excelente posição do Brasil nesse quadro de crise (outra vez!) internacional.
Leiam a seguir artigo do Azenha, publicado em Viomundo.

8 de agosto de 2011 às 7:38

Onde é que você estava em agosto de 2011?

por Luiz Carlos Azenha

"Autoridades bancárias europeias, autoridades do G7 — o grupo que reúne as economias industrializadas — e líderes políticos europeus deram passos extraordinários no dia de ontem.

Considerando que o Hemisfério Norte vive as férias de verão, em que todo mundo some de vista, deve mesmo ser grave a situação.

Todas as bolsas asiáticas abriram em baixa no pregão de segunda-feira, 8 de agosto de 2011. Só as próximas horas vão dizer se, de fato, teremos uma segunda-feira “negra” para os mercados mundiais.

Talvez os mercados se recuperem e você nem precise guardar o que fazia nesta data, do mesmo jeito que guardou o que fazia no 11 de setembro de 2001.

Seja como for, você está vivendo mais um momento histórico.

Dependendo da idade, você viu a queda do muro de Berlim e, em seguida, o fim da União Soviética.

Viu o surgimento do mundo unipolar e, incrivelmente, a perda de poder relativo da única superpotência, com ascensão equivalente dos BRICs.

A diferença, agora, como notou a economista Maria da Conceição Tavares, é que a grande crise que começou em 2008 é espasmódica.

Estou certo de que você não esperava, jamais, ver a China dizer que espera que os Estados Unidos se livrem do “vício” da dívida. Talvez os chineses não tenham entendido que a base industrial norte-americana e que o consumo dos norte-americanos gira 2/3 da economia. O desemprego formal está por volta dos 10%, mas se considerarmos os que já desistiram de buscar emprego…

Agora o medo dos investidores é de que Espanha e Itália não consigam honrar seus compromissos. Próximas na lista: Bélgica e França.

As coisas não precisam chegar à Alemanha para colocar em risco os bancos britânicos, que segundo o jornal Independent tem em suas carteiras o equivalente a 520 bilhões de reais em dívidas de paises da União Europeia.

Num mundo globalizado o risco de colapso, portanto, é global.

Barack Obama, à reboque do Tea Party, vai desmantelar a herança do New Deal nos Estados Unidos.

Partidos socialistas, à reboque dos mercados, vão desmantelar o estado de bem estar social europeu.

A própria União Europeia corre o risco de se desfazer, sob o stress da crise: os postos de controle nas fronteiras são apenas os sinais mais evidentes de que isso já começou.

Estados Unidos, União Europeia e Japão são os grandes mercados mundiais. O aprofundamento da crise, neles, com certeza afetará o Brasil.

Por via das dúvidas, faça uma anotação mental de onde você estava em agosto de 2011. Os netinhos, um dia, podem se interessar."