10 de maio de 2013

Silêncio


Vocês sabiam que existe um dia dedicado ao silêncio? Eu não.
E foi esta semana. Mais precisamente na última terça-feira, dia 07 de maio.
Resolvi trazer o tema aqui para o blog do Luiz Felipe Muniz.
No meu tempo eram poucos os dias especiais homenageando um tema. Os clássicos sempre foram os dias das mães, dos pais, das crianças e dos namorados.
Ok, já eram famosos os dedicados aos índios, árvores, Tiradentes, professores e alguns outros.
Fora isso, todo dia era dia de um Santo. Quer dizer, ainda é.
Mas agora andam surgindo alguns inusitados, tipo Dia do Beijo e Dia do Orgasmo. Não estou de sacanagem (epa!) não, é verdade. E o do orgasmo é mundial! 31 de julho. Só não sei se é para ficar tendo orgasmos o dia todo. Se for isso confesso estar fora de forma para tal proposta. Não que considere uma má ideia. Idem para o Dia do Beijo, 13 de abril para quem não sabe.
Mas voltemos ao Dia do Silêncio. Fiquei pensando sobre o objetivo de se criar algo assim. Não fui lá no Google pesquisar nada, tipo quem criou e porque, mas depois de algum tempo achando que era mais uma dessas iniciativas sem sentido, mudei totalmente de opinião.
Podemos ver isso sob vários aspectos e está claro que um deles é lembrar que estamos cercados  - nas grandes cidades sobretudo - de ruídos quase que o tempo todo e que isso pode ser prejudicial considerando a fragilidade dos tímpanos e (tão importante quanto) a fragilidade de nosso equilíbrio emocional.
Com tanto barulho nem nos lembramos de como pode ser bom dar uma parada em um lugar silencioso  para ter uma momento de paz e 'recarregar as baterias' no dia a dia.
Nem falo de um silencio total, mas quem sabe com uma suave música ao fundo, música que significa som, melodia e não barulho, ruído.
Nesses breves momentos é possível tomar conhecimento da própria existência, se abstrair, voltar para si, sentir melhor a vida pulsando em nós. Descansar o espírito.
O ruído extremo é um bom companheiro do corre-corre, do estresse, da falta de percepção da passagem do tempo. Inimigo do auto-conhecimento.
Mas... quem quer se conhecer, se peceber hoje em dia? A vida parece exigir que nos voltemos para fora, o exterior que nos anestesia de possíveis angústias existenciais, cujo tomada de posição poderia ser o início da resolução dos problemas. Melhor fingir que não existem. Fugir da "Insustentável Leveza do Ser".
E há outros aspectos. Ainda no campo musical me lembro de um disco de um grande músico mineiro que morreu ainda jovem. O Marco Antonio Araujo. O LP chamava-se "Entre um silêncio e outro". Não tinha letras. Mas as melodias eram valorizadas pelo momentos mais intimistas, quase silenciosos, com poucas notas.
Há experiências com som, ruídos e silêncio bem mais estranhas mas que tinham uma razão de ser e que tem relação com o que estamos tratando aqui. Tem uma peça 'musical' do vanguardista John Cage, anos 1960 (tinha que ser), cujo título era 4'33" ("Quatro minutos, trinta e três segundos"). Era esse o tempo de duração. Essa sim vou utilizar palavras da Wikipedia para esclarecer:
 "4'33" é uma composição musical pelo compositor avant-garde John Cage, com frequência descrita (de maneira um tanto errônea) como "quatro minutos e meio de silêncio". Embora sua primeira apresentação tenha sido ao piano, a peça foi composta para qualquer instrumento musical ou conjunto de instrumentos e está estruturada em três movimentos.
A partitura de 4'33" contém três movimentos em que o músico não deve executar nenhuma nota em seu instrumento. Após a entrada no palco e os aplausos, o músico deve colocar-se em posição de execução e permanecer assim durante toda a duração da obra (quatro minutos e trinta e três segundos).
Questionando o paradigma da música ocidental, que explicava a música como uma série ordenada de notas, ou o que se esperaria de um concerto normal, Cage se voltou para outras concepções de música. A peça não pode ser chamada de silent piece, pois a música ouvida na hora foi o ruído do teatro. Segundo a concepção oriental de música pesquisada por Cage, esta seria o som ao qual se presta atenção."
Perceberam? O silêncio dos músicos incomodava a platéia, que se mexia, tossia, murmurava, etc. Apenas quatro minutos! Difícil ficar parado, sem fazer nada, sem emitir ou ouvir ruidos... E a pergunta: essa seria uma peça musical? Ou um questionamento do John Cage?
Avançando um pouco mais no "silêncio" (mas não muito pois o texto já está ficando longo) penso no silêncio das relações e às vezes na necessidade de ficar em silêncio ouvindo o outro. Fazer com que o outro não te ouça porque você está em silêncio, apenas ouvindo, pode ser em muitos casos de uma ajuda inestimável para aguém que só precisa desabafar os seus problemas. Os psicólogos sabem disso. Monges budistas também. Mas cuidado com o "vampirismo"!
Bom silêncio a todos. Pelo menos por alguns instantes.



Mais informações sobre o músico e compositor alemão Georg Deuter (da música acima e que tem mais de 40 discos gravados), acessem o link na Wikipedia: Deuter.


Encontro de Orquestras e uma homenagem especial

Vai acontecer neste fim de semana o 1º Encontro de Orquestras da Cidade de Macaé, RJ. 
Recebi o convite e o cartaz reproduzo abaixo. A entrada é franca.
Na oportunidade vai ser feita homenagem ao amigo José Carlos Fagundes - falecido há um ano - que foi um dos maiores incentivadores da música na cidade e cujo acervo de mais de 20 mil discos, além de milhares filmes musicais em diversos formatos, deverá permanecer na cidade em um futuro Museu da Imagem e do Som que terá seu nome.

Musa da Semana: Fani

E porque hoje é sexta-feira...
Sinceramente acho que poucos aguentam ainda o reality show BBB.
Mas justiça seja feita, revelaram muitas beldades que conseguiram algo além dos 15 minutos de fama e alguma grana.
A bonita Fani se destacou tanto que foi convidada a retornar. E participou durante um tempo em um programa do canal Multishow.
Assim, vale a pena ver de novo, não acham?










9 de maio de 2013

Humor de Quinta: Uma Coleção de 'Abobrinhas'

Não importa se é porque é quinta-feira e a sexta está chegando ou se é porque seria de "quinta categoria". A bem da verdade humor não tem categoria nem dia. O bom é rir ou pelo menos sorrir levemente. 

A travessia do rio
O tropeiro chega na beira do rio com seu gado e pergunta pro garoto:
- Esse rio é fundo, guri?
O Joãozinho responde:
- A criação do meu pai passa com a água no peito...
Então o tropeiro mete o gado n'água, e lá pelo meio do rio toda a tropa começa a se afogar.
Desesperado, ele pergunta:
- O teu pai cria o quê, guri filho da puta?
- PATO !

Essa é do pessoal do Kibeloco

Essa me chegou como verdadeira. Aconteceu no Starbucks de Hong-Kong. Quem conhece a rede sabe que eles perguntam o nome da pessoa e escrevem nos copos para chamar quando ficar pronto. O nome da moça era Virginia. O pobre vendedor escreveu errado. Ela fotografou e colocou no Facebook.

Cuidado com as palavras (e os agradecimentos...)

8 de maio de 2013

Nektar

Faz tempo que não postamos um bate-papo musical do pessoal do Poeiracast, o Podcast musical da revista  Poeira Zine.
Então vai este sobre o Nektar e o Mike Oldfield, entre outros. 
Sempre muito legal!




Mapa da Violência Contra a Blogosfera

"A ONG Artigo 19, uma organização internacional de defesa da liberdade de expressão, e o Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé apresentaram nesta semana o projeto "Mapa da violência contra a blogosfera no Brasil". Através de um questionário pela internet, será feito o levantamento detalhado dos casos de perseguição aos ativistas digitais no país. A iniciativa visa reunir os casos de ameaças, agressões e processos judiciais contra blogueiros no prazo inicial de dois meses - maio e junho. Na sequência, a Artigo 19 fará a checagem das informações, garantindo a credibilidade da pesquisa.Como aponta o texto de apresentação do Mapa, "os blogs e as redes sociais são um fenômeno novo no Brasil, mas já estão incomodando os poderosos. Muitos blogueiros e ativistas digitais têm sofrido perseguições, violências e processos judiciais. Governantes, empresários e barões da velha mídia não toleram a verdadeira liberdade de expressão e querem calar a blogosfera. Não dá para ficar calado frente a estas ações autoritárias. Diante deste cenário preocupante, a organização não governamental Artigo 19 e o Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé firmaram uma parceria com o objetivo de levantar dados concretos sobre as violências em curso no país. Com base no resultado dos questionários, documentos serão encaminhados aos organismos nacionais e internacionais de defesa dos direitos humanos e da liberdade de expressão".
O "Mapa da violência contra a blogosfera" já está disponível na página do Barão de Itararé. Agora é preciso divulgar amplamente a iniciativa nos sítios, blogs e redes sociais. Ajude na coleta dos dados! Disponibilize o selo do "Mapa" em sua página. Relate os casos de violência que você conhece. Vamos reforçar a luta unitária em defesa da blogosfera e da verdadeira liberdade de expressão no Brasil."
Fontes: Luis Nassif online e Centro de Estudo de Mídias Alternativas Barão de Itararé

A Petrobras vai dobrar de tamanho até 2020

Lembrando que em 2013 a Petrobras completa 60 anos!

"A Petrobras vai dobrar de tamanho até 2020. A afirmação foi feita nesta terça-feira (07/05) pela presidente Maria das Graças Silva Foster, durante a Offshore Technology Conference (OTC), que acontece em Houston, nos Estados Unidos. A executiva apresentou a palestra “O Futuro da Energia no Brasil: o Papel da Petrobras”, parte do painel “Perspectivas no Mercado Global de Energia – Moldando o Futuro!”, que reuniu mais de 250 pessoas.

A produção do Brasil, destacou a presidente, de 2,2 milhões de barris equivalentes (petróleo e gás natural) por dia (2012), chegará a 5,7 milhões em 2020, considerando a produção da Petrobras e de parceiras. E o pré-sal será o grande responsável por esse aumento. “Fizemos (Petrobras) 53 descobertas no Brasil nos últimos 14 meses. Só no pré-sal, foram 15″, destacou. “As reservas da Petrobras têm potencial para dobrar de tamanho e atingir 31,5 bilhões de barris de óleo equivalente nos próximos anos”, acrescentou. Para ela, não há dúvida de que os resultados são fruto dos investimentos da Companhia, que cresceram 21,5% ao ano desde 2000 e atingiram US$ 42,9 bilhões em 2012.

Os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento também foram expressivos no período e importantes para o alcance de metas: nos últimos doze anos, os investimentos nessa área cresceram 18,3% ao ano; em 2012 atingiram US$ 1,1 bilhão.  O plano de investimentos da Petrobras para o período de 2013 a 2017 é de US$ 236,7 bilhões.

Graça Foster também ressaltou o crescimento da demanda do mercado brasileiro, bem acima da média mundial. Entre 2000 e 2012, a demanda por gasolina no Brasil cresceu 73% contra 17% no mundo. No mesmo período, a demanda por diesel no país subiu 52%, enquanto o crescimento mundial foi de 31%. “E a comparação quando falamos em querosene de aviação é ainda mais impressionante: enquanto no Brasil cresceu 58%, no mundo, caiu 3%”, comparou a presidente.

A executiva lembrou ainda que os investimentos da Companhia, aliados à política de valorização do conteúdo local, estimularam a ida de estaleiros estrangeiros para o Brasil, a fim de tornarem-se parceiros tecnológicos dos estaleiros que estão sendo implementados no país. Entre eles, estão parceiros com origem no Japão, China e na Coreia.

Também participaram do painel o ministro do petróleo da Angola, José de Vasconcelos, o ministro da Indústria, Turismo e Investimentos do Canadá, David Ramsey e o diretor de exploração e produção da Pemex, Carlos Morales-Gil. O painel foi mediado pelo responsável pela programação da OTC, Gamal Hassan."
Fonte: Petrobras - Fatos e Dados

5 de maio de 2013

O que passa, o que fica e a oração musical


"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas quando parte, nunca vai só nem nos deixa a sós. Leva um pouco de nós, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas, no entanto, há também os que não levam nada."
Khalil Gibran
Boa semana!

Altissimo: Meditando nas Alturas

Belíssimo visual das alturas dos Alpes Suíços.
Música da The Cinematic Orchestra.
Vejam em tela cheia (cliquem nas setinhas) e com o som habilitado.


Ré tira onda com Juiz e se dá mal

Essa foi boa.
Justiça online em todos os sentidos.
Assista "ao vivo", mas já adiantamos a história.


"Uma cena bastante inusitada deixou algumas pessoas em um julgamento nos EUA surpresas.
A jovem do vídeo, Penelope Soto, estava sendo julgada através de uma vídeo-conferência por posse de drogas. Durante parte do vídeo, o juiz conversa um pouco com a garota, que parece muito bem humorada. Em seguida, ele determina a fiança: US$ 5 mil. Num ato de deboche, antes de ir embora, ela solta um “adios”. Quase imediatamente, o juiz ordena que ela retorne e reajusta a pena: US$ 10 mil e finaliza ironicamente com um “adios”. Não satisfeita, e sem o sorriso habitual, Penelope reclama e, antes de ir embora, mostra o dedo médio (nota do blogueiro, para quem não conhece muito bem a linguagem dos sinais (tem alguém?): significa "vai se foder") para o juiz, que a chama novamente, e dá o veredito: US$ 10 mil mais 30 dias de cadeia."


4 de maio de 2013

"Revista Oásis", uma dica de boa leitura.

Nos anos 90 eu acompanhei de perto as publicações da Revista Planeta da Editora Três. Naquela ocasião foi montada uma grande equipe de edição, os temas eram ricos e ultra-modernos, visionários. Foi um período de encantamento, no qual boa parte de minha geração estava tendo os primeiros contatos com temas como ecologia, sustentabilidade, controle da mente, meditação, tecnologias de comunicação, pensamento complexo, dentre muitos outros assuntos atraentes e inovadores aos olhos dos antenados e críticos da mesmisse de massa.

Bem, este tempo da Revista Planeta parece ter passado para mim, mesmo tendo eu boa parte dos exemplares ainda comigo e que consulto periodicamente, cultivando ainda os mesmos deslumbres de antes! Tínhamos lá um Carlos Aveline, estudioso obstinado das novas ciências da terra e dos novos "modus" de ser na "nova era" de mutações constantes de nosso tempo veloz. Tínhamos a Mirna Grzich, uma profunda estudiosa das técnicas de meditação e propostas de autodepuração do corpo e da mente, e, que logo logo lançou uma edição especial de Revistas Planeta Meditação, uma joia rara, diga-se de passagem, que guardo com muito carinho e leio nas caladas da noite com muita atenção. 

Tínhamos ainda o Luiz Pellegrini um magnífico articulista e editor, que nos brindava com artigos fantásticos sobre o comportamento humano e os dramas do nosso tempo.

Eu resolvi trazer um pouco desta história para cá porque esta semana me deparei com uma revista on-line muitíssimo interessante - REVISTA OÁSIS! Fui lendo os temas sem me atentar para os editores e responsáveis. De cara gostei da abordagem e das prioridades expostas...foi aí que me deu aquela curiosidade para saber quem estava por trás, pois bem, o editor é o querido Luiz Pellegrini, adorei saber!!

Ganhei mais um espaço de exercício prazeroso da leitura, algo que me fascina e vicia. E que recomendo para todos vcs, nossos visitantes e participantes deste espaço virtual.

Uma boa leitura! 

Lobão: Detonando os outros ao sabor dos ventos para vender mais livros? Ou também intenções políticas?

Conheço o Lobão desde os tempos do Vímana, anos 70, um grupo de Rock Progressivo que ele criou com os depois famosos Lulu Santos e Ritchie.
Que eu saiba só foi lançado um compacto simples (sei que muitos nem sabem o que é isso) pela Som Livre.
Depois ele ajudou o Evandro Mesquita a formar a Blitz mas logo partiu em carreira solo nos anos 80 como cantor e baterista.
Eu tinha seus dois primeiro LPs: "Cena de Cinema" e "Ronaldo foi pra guerra" (este com o grupo Os Ronaldos). Eram legais. Fazem parte daquela lista que os cupins comeram lá em casa (história já contada aqui).
Depois eu não acompanhei mais sua trajetória. Sei que lançou uma gravadora independente nos anos 90 e lançou uma autobiografia nos anos 90.
Lobão peidou um livro
Não me interessei pelo livro. Preferi ler a de Eric Clapton e depois o hilário livro do Ozzy Ousborne.
Na última década ele vem marcando presença não pela música, mas pelas declarações ferinas, atirando para (quase) todos os lados. Ao que parece alguns ele preserva. 
E também muda de posição ideológica ao sabor dos ventos. Também, ao que parece.
Abri essa discussão por conta do novo livro que ele está lançando e que eu não vou ler.
Não tenho saco para muito blá-blá-blá tipo 'mano cae' cujo principal legado filosófico é detonar a quem se interessa detonar por algum motivo (sabe se lá qual).
Mas, convenhamos, a polêmica faz vender livros. Mesmo se não tiver sentido.
Provavelmente o Instituto Millenium vai aprovar e recomendar a "obra".
Copiei dois posts sobre o tema e inseri logo abaixo.
Quem se animar, que compre o livro.
Me incluam fora dessa.
Aliás o Lobão que se cuide pois pode tomar porrada do Mano Brown, um dos inexplicavelmente detonados. 

Mano Brown resume bem o músico Lobão: “Age como uma puta para vender livro”
"Lançando o livro Manifesto do Nada na Terra do Nunca,o músico Lobão atacou diversas personalidades brasileiras. Em trechos da publicação, o cantor chama Dilma Rousseff de “torturadora” em capítulo cujo título é “Vamos Assassinar a Presidenta da República?” (escreve isso sobre Obama pra ver o que vai dar) e o cantor Roberto Carlos é referido como “múmia deprimida”. Os ataques respingaram também nos rappers do Racionais MCs, descritos como “braço armado do PT”.
Mano Brown, líder do grupo paulistano de rap, foi ao Twitter responder alguns fãs que questionaram qual seria sua postura após o ataque de Lobão.
Veja a resposta de Mano Brown:
Conheci o Lobão em 1996. Cumprimentei e depois disso nunca mais o vi. Sinceramente não tenho o que falar da pessoa dele. Estranho o Lobão falar de mim sem nunca ter me conhecido. Não entendo a postura dele agora. Ele pregava a ética e a rebeldia. Age como uma puta para vender livro. Nos anos 80 as ideias dele não fizeram a diferença para a gente aqui da favela. Ninguém é obrigado a concordar com ninguém, nem ele comigo. O Lobão está sendo leviano e desinformado. Tô sempre no Rio de Janeiro, se ele quiser resolver como homem, demorô! Do jeito que aprendi aqui“. "
Fonte: Com Texto Livre

O blablablá paranóico de Lobão
Ficar chateado ou mordido com o que a imprensa escreve é uma ingenuidade. Porque é o veículo do qual a gente tem de se valer, e tentar driblar, para colocar nosso produto na praça”.
Isso é Lobão numa entrevista dos anos 90. É o que ele sempre fez em sua carreira: se autopromover a qualquer custo para vender seja lá o que for. Desta vez foi na Folha Ilustrada, numa entrevista sobre o lançamento de seu novo livro de “ensaios”. 
Bateu em Dilma Rousseff (“Ela foi terrorista. Ela sequestrou avião, ela pode ter matado. Como que ela pode criar uma Comissão da Verdade e, como presidenta, não se colocar?”), no PT (“Esses que estão no poder, Dilma, Emir Sader, Franklin Martins, Genoíno, estavam na luta armada. Todos esses guerrilheiros estão no poder. Porra, alguma coisa está acontecendo!”), na Tropicália e na Bossa Nova (“Sempre tive muito desinteresse pela Tropicália. Tom Zé, Jards Macalé e João Donato sempre foram melhores do que os que estão aí hoje representando o movimento, tanto o da bossa nova quanto o da Tropicália”), no rap (“Os Racionais são o braço armado do governo, são os anseios dos intelectuais petistas, propaganda de um comportamento seminal do PT. Não acredito em cara ressentido”).
Lobão é um caso clássico de hiperativo que, para desavisados, passa por inteligente, corajoso ou algo assim. É o famoso sujeito que “não tem papas na língua”. O mesmo baterista que agora enxerga comunistas debaixo da cama e execra Lula já votou em Lula duas vezes, como admitiu para a Playboy em 2000. Fez campanha, aliás, em 89, no Domingão do Faustão, solando o jingle (o vídeo foi misteriosamente retirado do ar).
O mesmo Lobão que virou um – vá lá – baluarte do conservadorismo afirmou: “Eu me considero um ser prioritariamente anárquico. Mas acredito que precisamos de algo virado para o social porque senão a gente entra na idade da pedra, no extremo de exclusão. A gente está sendo governado por tecnocratas que vêem tudo através de números e estatísticas. Eu teria como ideal um governo como o da Holanda: social, apesar de ser um país de tradição mercantilista. Já passei por lá: você vai a um hospital público e é uma coisa maravilhosa”.
O mesmo assassino da MPB já declarou que “essa atrofia que a gente está vivendo nem a ditadura militar nos anos 60 conseguiu. Porque ainda assim tivemos Gláuber Rocha, Tom Jobim, Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil”.
Ok. Digamos que Lobão mudou de ideia, o que é um direito elementar dele. Mas Lobão sempre muda de ideia, de acordo com a plateia e o momento. A virada “ideológica” de Lobão é tão autêntica quanto um hambúrguer de soja. Como ele sofre de incontinência verbal, é garantia de que alguma coisa absurda e barulhenta vai sair de uma conversa. Suas análises não têm estofo, são como um trovão no vazio. Ele cita mal escritores e filósofos. E, de maneira esquizofrênica, tenta emular Caetano Veloso, seu desafeto, pleiteando um lugar de “músico e intelectual”.
A única coisa realmente genuína nas diatribes de Lobão, com a qual ele costuma ser coerente, é seu ódio doentio de Herbert Vianna, o líder dos Paralamas, a quem ele acusa há 30 anos de ser seu plagiador e de ter, basicamente, arruinado sua vida. Herbert, elegante e sabiamente, sempre se recusou a comentar. Com Mano Brown, dos Racionais, vai ser diferente, pelo jeito. Brown deixou um recado no Twitter. “Tô sempre no Rio de Janeiro, se ele quiser resolver como homem, demorô!”, escreveu. “Ele, que pregava a ética e rebeldia, age como uma puta para vender livro”.
Fonte: Diário do Centro do Mundo

Nymphomaniac

Taí o prirmeiro poster do novo filme que o sempre polêmico (e premiadíssimo - fora do mainstream) Lars von Trier está preparando.
A estreia está prevista para este ano.
Será que desta vez será mesmo um filme "leve", por incrível que possa parecer, tratando deste tema?

Sinopse: A leve e poética história da jornada erótica de uma mulher, desde a sua infância até à sua meia-idade, contada pela própria que se auto-diagnosticou de ninfomaníaca. Numa fria noite de inverno, Seligman (Stellan Skarsgård), um velho solteiro, encontra Joe (Charlotte Gainsbourg), maltratada e semi-inconsciente num beco. Depois de a levar para o seu apartamento e de lhe tratar dos ferimentos, Seligman tenta perceber o que lhe aconteceu. Joe explica-lhe, ao longo de oito longos capítulos, a história da sua vida.

Realizado por Lars von Trier
Com Charlotte Gainsbourg, Stellan Skarsgård, Shia LaBeouf
Género - Thriller/ Erótico
Estreia Mundial - 2013

3 de maio de 2013

O Caso Boston (a tetralização do fato) e os verdadeiros perigos para a espécie humana


(...) "Mas, pela ininterrupta ocupação das mídias mundiais (a nossa Globo estava em peso por lá), a propósito do atentado, os "senhores do mundo” querem desviar a atenção da segunda questão, esta sim, de consequências funestas e que pode afetar a todos: a ameaça do fim da espécie humana."

A teatralização do atentado de Boston
Por Leonardo Boff, no sítio da Adital:
"Precisaria ser inumano e sem sentido de solidariedade e de compaixão não se indignar e não condenar o atentado perpetrado em Boston com dois mortos e centenas de feridos. Mas isso não nos dispensa de sermos críticos. Houve uma teatralização mundial do atentado com objetivos ocultos que devem ser desvendados. Atentados ocorrem muitos no mundo, especialmente no Afeganistão e no Iraque na presença das tropas norte-americanas e dos aliados. Sempre com muitos mortos e centenas de feridos. Quase ninguém dá importância ao fato, já naturalizado e banalizado. Muitos pensam: trata-se de gente terrorista ou próxima a eles, incômodos à ocupação ocidental. Que se matem. Convenhamos: são seres humanos como aqueles de Boston. Mas, as medidas de avaliação são diferentes. Sabemos o porquê.
Precisamos estar atentos ao significado político-ideológico da espetacularização do atentado de Boston. É uma forma de desviar a atenção mundial de questões muito mais fundamentais: a primeira é o estado de terror que o Estado norte-americano está impondo internamente a seus cidadãos e ao mundo inteiro. Com isso atraiçoa o que de melhor tinha: a defesa dos direitos fundamentais. Não fechou Guantánamo, nem ratificou instrumentos internacionais importantes como o Tratado de Roma, da Corte Penal Internacional, nem a Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José de Costa Rica). Não quer que as violações e atentados que seus agentes perpetram pelo mundo afora para garantir o império sejam levados àqueles tribunais.

Mas, pela ininterrupta ocupação das mídias mundiais (a nossa Globo estava em peso por lá), a propósito do atentado, os "senhores do mundo” querem desviar a atenção da segunda questão, esta sim, de consequências funestas e que pode afetar a todos: a ameaça do fim da espécie humana. Primeiro, estes "senhores” devastaram durante séculos o planeta a ponto de ele não poder, sozinho, recuperar sua sustentabilidade. Pelos eventos extremos, dá mostras de que os limites foram ultrapassados. Em seguida, no afã de acumular ilimitadamente e dominar o processo de planetização da humanidade, montaram uma máquina de morte que ameaça a vida na Terra e pode trazer o armagedon para a espécie humana.

Notáveis cientistas do mundo e os mais sérios teóricos da ecologia chamaram atenção para esta ameaça real. Apenas não sabemos exatamente quando e como vai ocorrer. Mas, mantido o curso atual das coisas, ela será fatal. Michel Serres, renomado filósofo francês da ecologia, já o disse: depois de Hiroshima, Nagasaki e agora de Fukushima, a humanidade descobriu um novo tipo de morte: a morte da espécie. Sim, como Gorbachev não se cansa de repetir: podemos destruir toda a espécie humana, sem restar nenhum testemunho, com as armas químicas, biológicas e nucleares que já construímos e estocamos. Segurança? Nunca é absoluta. Lembremos Three Islands, Chernobyl e Fukushima.

Então: a nossa espécie realmente se mostrou o Satã da Terra: aprendeu a ser homicida (mata seus semelhantes), etnocida (quantos povos originários não foram liquidados?), ecocida (devastou ecossistemas inteiros) e agora pode ser especiecida (leva a própria espécie ao suicídio).

O sistema imperial vive buscando bodes expiatórios (antes, eram os comunistas; depois, os subversivos; agora, os terroristas, os imigrantes; quem mais?) sobre os quais recai o desejo mimético e coletivo de vingança. E assim, se autoexime de culpas e de erros. Mas, principalmente, faz de tudo para que esta ameaça letal sobre a espécie humana não seja lembrada e se transforme numa consciência mundial perigosa.

Ninguém aceita passivamente um veredito de morte. Vai lutar para garantir a vida e o futuro comum. Este deveria ser o objetivo de uma governança global que exige a renúncia de uma vontade imperial que pensa só em sua perpetuação em vez de pensar no Bem Comum da Mãe Terra e da Humanidade. Por mais que se manipule o atentado de Boston, por quanto tempo, os poderosos ocultarão a situação dramática que pesa sobre nós? Oxalá, acordemos todos, simplesmente porque não queremos morrer, mas viver e irradiar."

Musa da Semana: Graciella Carvalho

E porque hoje é sexta-feira...
Dia do post especial "Musa da Semana"!
Conforme havíamos prometido retornamos ao Brasil, depois de passagens pela Holanda, México e Venezuela.
A homenageada que marca o nosso retorno às Musas brasileiras é a Graciella Carvalho.
Com 26 anos, concorreu e quase venceu o concurso Miss Bumbum Brasil 2012. Ficou em segundo lugar.
Mas ela não é só modelo ou participante de concursos de beleza. É também apresentadora / atriz do programa "Malícia" (bem de acordo) do canal Multishow. E é bailarina também.
Dona de uma beleza acima de qualquer julgamento em contrário e de um corpo escultural, Graciella é sucesso por onde passa.
Detalhe: mora no Rio mas nasceu em Santo André, São Paulo. Tem mulher bonita em qualquer canto deste país, não acham?
Bem, vejam por si mesmos e notem que ela aparece com visuais diferentes, dependendo do ensaio fotográfico: mais clara ou morena. Façam a opção... De nossa parte aqui do blog ambas as versões estão plenamente aprovadas.














Govi: Guitarra Mística


O excelente violonista Govi e sua guitarra mística (e também sensual), para começar bem a sexta-feira.
E não percam a beleza de Bora-Bora no segundo video.

2 de maio de 2013

Humor de Quinta (2): O Cabaré e a Igreja

Como muitas outras coisas na Internet, é impossível saber se determinados assuntoa são verdadeiros ou invenções de gaiatos.
Pode ser verdade ou piada.
A possibilidade de ser história falsa eu acho que é maior. Mas é história boa!


Aquiraz - Ceará
"Tarcilia Bezerra começou a construção de uma expansão de seu cabaré, para aumentar suas "atividades" em constante crescimento, após a criação de Seguro desemprego para pescadores e vários tipos de Bolsas.

Em resposta, a Igreja Universal local iniciou uma forte campanha para bloquear a expansão - com sessões de oração em sua igreja de manhã, a tarde e a noite.

O trabalho da ampliação e reforma progrediu célere até a semana antes da grande reabertura, quando um raio atingiu o cabaré da Tarcilia, queimando as instalações elétricas provocando um incêndio que destruiu o telhado e grande parte da construção.

 Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja ficaram bastante presunçosos e se gabavam para todos "o grande poder da oração."

Mas na semana passada, Tarcilia, processou a igreja, o pastor e toda a congregação com o fundamento de que a Igreja "foi a responsável pelo fim de seu prédio e seu negócio - seja através de intervenção divina, direta ou indireta e ações ou meios. "

Na sua resposta a ação, a igreja, veementemente negou toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do edifício.

O juiz, leu a reclamação do autor e a resposta do réu, e na audiência de abertura, ele comentou: 'Eu não sei como diabos eu vou decidir neste caso, mas parece que a partir do que lí até agora temos: Uma proprietária de puteiro que firmemente acredita no poder das orações, e uma igreja inteira que pensa que as orações não valem nada'."

Item a item, Dilma rebate críticas da oposição e de algumas redes de comunicação e mostra nova prioridade máxima: Educação

"São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff aproveitou o pronunciamento do Dia do Trabalho para rebater críticas feitas nos últimos meses à condução da política econômica e oficializar o envio ao Congresso de projeto de lei que destinará todos os royalties arrecadados com a exploração de petróleo para a educação.
Ela utilizou o discurso de 11 minutos e 40 segundos, transmitido em cadeia de rádio e televisão nesta quarta (1º), para passar a limpo algumas das medidas tomadas nos últimos meses e pedir apoio da população na luta contra “interesses poderosos”, como os que se opõem às seguidas medidas de redução de impostos. “É mais do que óbvio que um governo que age assim e uma presidenta que pensa dessa maneira não vão descuidar nunca do controle da inflação. Esta é uma luta constante, imutável, permanente. Não abandonaremos jamais os pilares da nossa política econômica, que têm por base o crescimento sustentado e a estabilidade. E não abriremos mão jamais dos pilares fundamentais do nosso modelo: a distribuição de renda e a diminuição da desigualdade no Brasil”, disse.
A inflação, que vem sendo capitalizada pela oposição como arma na disputa eleitoral de 2014, foi novamente evocada neste Dia do Trabalho. Durante evento na zona norte de São Paulo, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB), provável candidato ao Planalto, acusou o governo de trazer a alta de preços de volta à mesa dos brasileiros, o que provocou críticas do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
“Acreditem apaixonadamente no Brasil e na força do trabalho de cada um de vocês. Não tenho dúvida que o Brasil, com a força de vocês, vai crescer mais”, reforçou a presidenta, que abriu o pronunciamento com um lembrete sobre o efeito positivo da expansão do mercado interno ao longo dos governos dela e de Lula (2003-10). “O Brasil passou a ser mais Brasil quando o brado por mais emprego, mais salário e mais comida deixou de ser um grito solitário dos trabalhadores para ser a voz e o compromisso de uma nação. É por isso que estamos tendo a alegria de comemorar o 1º de Maio com recordes sucessivos.”
Para Dilma, “nada ameaça essas conquistas”, e será possível continuar a ampliar emprego, salário e poder de compra. A presidenta reforçou durante o pronunciamento a linha de pensamento que vem utilizando em seus discursos, deixando claro que acredita que esta trajetória exitosa só terá sequência se o país se preocupar com a formação.
“Mesmo com a importância dos programas sociais, foi a renda do trabalho que mais contribuiu na diminuição da desigualdade. Com os programas de transferência de renda, já tiramos 36 milhões de brasileiros da miséria. Mas são o emprego e o salário que estão impedindo que essas pessoas voltem para a pobreza, e também aceleram a ascensão social de milhões de outros brasileiros. Foi assim que 40 milhões de brasileiros foram para a classe média. Isso se deu por causa da valorização do salário mínimo, do recorde na geração de emprego com carteira assinada e do ganho real em todas as faixas salariais”, afirmou. “A partir de agora, o governo vai privilegiar como nunca o instrumento que mais amplia o emprego e o salário: a educação.”
Nesse sentido, o anúncio mais importante foi a oficialização do envio ao Congresso de um projeto de lei para destinar todos os recursos arrecadados com os royalties do petróleo para a educação. “O papel do Estado é criar condições para isso, em especial, abrindo portas para os que mais precisam. Mas um governo só pode cumprir bem seu papel se tiver vontade política e se contar com verba suficiente. Por isso, é importante que o Congresso Nacional aprove nossa proposta de destinar os recursos do petróleo para a educação. Peço a vocês que incentivem o seu deputado e o seu senador para que eles apoiem essa iniciativa.”
Fonte: Rede Brasil Atual

Humor de Quinta: Charges do dia a dia





1 de maio de 2013

A Servidão Moderna

Hoje, primeiro de maio, comemora-se no mundo todo o Dia do Trabalho (ou do "trabalhador").
Milhões de coisas existem para ser ditas sobre o assunto. Mas, por incrível que pareça, iremos além.
Para entender do que estamos tratando ou melhor, para entender o que é o mundo de hoje, o que está por trás de tudo, percam uma hora deste feriado e assistam a este filme.
Não sei se nesta altura do campeonato alguma coisa pode ser feita. Talvez só nos resta seguir o rebanho de ovelhas. Mas consideremos que a informação relevante é tudo.
Bom feriado!

Atualizado às 08:50 h de 1º de maio: 
Este video até ontem abria rapidamente. 
Hoje, 1º de maio, está muito lento.
Ou são muitos acessos simultâneos ou... não sei não...
Continuem tentando, caso estejam com dificuldades em abrir.



"A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de documentários.

O objetivo principal deste filme é de por em dia a condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de ATACAR DE FRENTE A ORGANIZAÇÂO DOMINANTE DO MUNDO.

Não devemos deixar que o inimigo nos vença, as antigas discussões de capela no campo revolucionário devem, com toda nossa ajuda, deixar lugar à unidade de ação. Deve-se duvidar de tudo, até mesmo da dúvida.

Capítulos do Filme e do Livro:
I: Epigrafo
II: A servidão voluntária
III: A organização territorial e o habitat
V: A Alimentação
VI: A destruição do meio ambiente
VIII: A colonização de todos os setores da vida
IX: A medicina mercantil
X: A obediência como segunda natureza
XI: A repressão e a violência
XII: o dinheiro
XIII: Não há alternativa na organização social dominante
XIV: A imagem
XV: A diversão
XVI: A linguagem
XVII: A ilusão do voto e da democracia parlamentar
XVIII: O sistema mercantil totalitário
XIX: Perspectivas
XX: Epílogo

O texto e o filme são isentos de direitos autorais, podem ser recuperados, divulgados, e projetados sem nenhuma restrição. Inclusive são totalmente gratuitos, ou seja, não devem de nenhuma maneira ser comercializados. Pois seria incoerente propor uma crítica sobre a onipresença das mercadorias com outra mercadoria. A luta contra a propriedade privada, intelectual ou outra, é nosso golpe fatal contra a dominação presente.

Este filme é difundido fora de todo circuito legal ou comercial, ele depende da boa vontade daqueles que asseguram sua difusão da maneira mais ampla possível. Ele não é nossa propriedade, ele pertence àqueles que queiram apropriar-se para que seja jogado na fogueira de nossa luta.
( Jean-François Brient e Victor León Fuentes )
Link Oficial = http://www.delaservitudemoderne.org/

Texto completo - em Português - para leitura em tela: http://www.delaservitudemoderne.org/t...

Texto - em Português - para download em PDF: http://www.delaservitudemoderne.org/D...

Revisão das legendas :
http://www.youtube.com/user/photoamar...

"Toda verdade passa por três estágios.
No primeiro, ela é ridicularizada.
No segundo, é rejeitada com violência.
No terceiro, é aceita como evidente por si própria."
Schopenhauer

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