25 de fevereiro de 2015

The Corrs

Não sei se conhecem a banda The Corrs, mas deveriam.
É formada por quatro irmãos (a família Corr) irlandeses, filhos de músicos. Três mulheres e um homem.
Vindos de família musical, não deu outra: todos são multintrumentistas e compositores.
Dentro do Pop-Rock foram (e ainda são) um oásis de qualidade nos áridos anos 1990 e 2000, lembrando a personalidade musical exibida pelos artistas dos anos 1960 e 1970.
Sua sonoridade é infuenciada pelo Folk irlandês (a música Celta) que vem sendo referência para diversos gêneros musicais ao longo de décadas.
Se não conhecem comecem com o CD/DVD/Blu-Ray "Unplugged" de 1999. Belíssimo!
E as moças nem precisavam ser tão bonitas...

24 de fevereiro de 2015

Em Defesa do Brasil e da Petrobras...participe!

Presidencia da República: Defesa da Petrobras e da Democracia

Presidencia da República: Defesa da Petrobras e da Democracia
3.000
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2.956 assinaturas. Vamos chegar a 3.000

Por que isto é importante

Em manifesto, intelectuais denunciam golpe: O QUE ESTÁ EM JOGO AGORA
A chamada Operação Lava Jato, a partir da apuração de malfeitos na Petrobras, desencadeou um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia. Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas. Além disso, vem a proposta de entregar o pré-sal às empresas estrangeiras, restabelecendo o regime de concessão, alterado pelo atual regime de partilha, que dá à Petrobras o monopólio do conhecimento da exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas. Essa situação tem lhe valido a conquista dos principais prêmios em congressos internacionais.

Está à vista de todos a voracidade com que interesses geopolíticos dominantes buscam o controle do petróleo no mundo, inclusive através de intervenções militares. Entre nós, esses interesses parecem encontrar eco em uma certa mídia a eles subserviente e em parlamentares com eles alinhados.

Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial.

Por outro lado, esses mesmos setores estimulam o desgaste do Governo legitimamente eleito, com vista a abreviar o seu mandato. Para tanto, não hesitam em atropelar o Estado de Direito democrático, ao usarem, com estardalhaço, informações parciais e preliminares do Judiciário, da Polícia Federal, do Ministério Público e da própria mídia, na busca de uma comoção nacional que lhes permita alcançar seus objetivos, anti-nacionais e antidemocráticos.

O Brasil viveu, em 1964, uma experiência da mesma natureza. Custou-nos um longo período de trevas e de arbítrio. Trata-se agora de evitar sua repetição. Conclamamos as forças vivas
da Nação a cerrarem fileiras, em uma ampla aliança nacional, acima de interesses partidários ou ideológicos, em torno da democracia e da Petrobras, o nosso principal símbolo de soberania.


20 de fevereiro de 2015

Alberto Passos Guimarães Filho
Aldo Arantes
Ana Maria Costa
Ana Tereza Pereira
Cândido Mendes
Carlos Medeiros
Carlos Moura
Claudius Ceccon
Celso Amorim
Celso Pinto de Melo
D. Demetrio Valentini
Emir Sader
Ennio Candotti
Fabio Konder Comparato
Franklin Martins
Jether Ramalho
José Noronha
Ivone Gebara
João Pedro Stédile
José Jofilly
José Luiz Fiori
José Paulo Sepúlveda Pertence
Ladislau Dowbor
Leonardo Boff
Ligia Bahia
Lucia Ribeiro
Luiz Alberto Gomez de Souza
Luiz Pinguelli Rosa
Magali do Nascimento Cunha
Marcelo Timotheo da Costa
Marco Antonio Raupp
Maria Clara Bingemer
Maria da Conceição Tavares
Maria Helena Arrochelas
Maria José Sousa dos Santos
Marilena Chauí
Marilene Correa
Otavio Alves Velho
Paulo José
Reinaldo Guimarães
Ricardo Bielschowsky
Roberto Amaral
Samuel Pinheiro Guimarães
Sergio Mascarenhas
Sergio Rezende
Silvio Tendler
Sonia Fleury
Waldir Pires

A Grande Mídia e a Petrobras

A estratégia é a mesma de sempre: criar fatos midiáticos para desestabilizar um dos maiores orgulhos da história do Brasil.
Não poderíamos deixar de publicar esta carta aberta no dia de hoje.
Fonte: O Tijolaço (Fernando Brito).

michelle

"Não precisa de qualquer comentário, exceto o de que há dignidade neste mundo, a carta da petroleira Michele Daher Vieira ao jornal O Globo e à repórter Letícia Vieira, autora do texto Petrobras: a nova rotina do medo e tensão na estatal.
Michele é uma das pessoas que aparecem na foto usada pelo jornal para induzir o leitor a que, de fato, há um clima de terror na empresa, com medo de “de represálias e de investigações”, além de demissões.
A carta de Michelle é um orgulho para os sentimentos de decência humana e uma vergonha para a minha profissão, que deveria ser a de buscadores da verdade e não da construção da mentira.
E a prova de que gente como Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e outros que engordaram roubando a Petrobras são um grão de areia entre milhares e milhares de homens e mulheres de bem, que trabalham ali não só como profissionais corretos e competentes, mas como brasileiros que amam o seu país."

Carta aberta à Leticia Fernandes e ao jornal O Globo

"Antes de tudo, gostaria de deixar bem claro que não estou falando em nome da Petrobras, nem em nome dos organizadores do movimento “Sou Petrobras”, nem em nome de ninguém que aparece nas fotos da matéria. Falo, exclusivamente, em meu nome e escrevo esta carta porque apareço em uma das fotos que ilustram a reportagem publicada no jornal O Globo do dia 15 de fevereiro, intitulada “Nova Rotina de Medo e Tensão”.
Fico imaginando como a dita jornalista sabe tão detalhadamente a respeito do nosso cotidiano de trabalho para escrever com tanta propriedade, como se tudo fosse a mais pura verdade, e afirmar com tamanha certeza de que vivemos uma rotina de medo, assombrados por boatos de demissões, que passamos o dia em silêncio na ponta das cadeiras atualizando os e-mails apreensivos a cada clique, que trabalhamos tensos com medo de receber e-mails com represálias, assim criando uma ideia, para quem lê, a respeito de como é o clima no dia a dia de trabalho dentro da Petrobras como se a mesma o estivesse vivendo.
Acho que tanta criatividade só pode ser baseada na própria realidade de trabalho da Letícia, que em sua rotina passa por todas estas experiências de terror e a utiliza para descrever a nossa como se vivêssemos a mesma experiência. Ameaças de demissão assombram o jornal em que ela trabalha, já tendo vários colegas sendo demitidos[1], a rotina de e-mails com represálias e determinando que tipo de informação deve ser publicada ou escondida devem ser rotina em seu trabalho[2], sempre na intenção de desinformar a população e transmitir só o que interessa, mantendo a população refém de informações mentirosas e distorcidas.
Fico impressionada com o conteúdo da matéria e não posso deixar de pensar como a Letícia não tem vergonha de a ter escrito e assinado. Com tantas coisas sérias acontecendo em nosso país ela está preocupada com o andar onde fica localizada a máquina que faz o café que nós tomamos e com a marca do papel higiênico que usamos. Mas dá para entender o porque disto, fica claro para quem lê o seu texto com um mínimo de senso crítico: o conteúdo é o que menos importa, o negócio do jornal é falar mal, é dar uma conotação negativa, denegrir a empresa na sua jornada diária de linchamento público da Petrobras. Não é de hoje que as Organizações Globo tem objetivo muito bem definido[3] em relação à Petrobras: entregar um patrimônio que pertence à população brasileira à interesses privados internacionais. É a este propósito que a Leticia Fernandes serve quando escreve sua matéria.
Leticia, não te vejo, nem você nem O Globo, se escandalizado com outros casos tão ou mais graves quanto o da Petrobras. O único escândalo que me lembro ter ganho as mesma proporção histérica nas páginas deste jornal foi o da AP 470, por que? Por que não revelam as provas escondidas no Inquérito 2474[4] e não foi falado nisto? Por que não leio nas páginas do jornal, onde você trabalha, sobre o escândalo do HSBC[5]? Quem são os protegidos? Por que o silêncio sobre a dívida da sonegação[6] da Globo que é tanto dinheiro, ou mais, do que os partidos “receberam” da corrupção na Petrobras? Por que não é divulgado que as investigações em torno do helicoca[7] foram paralisadas, abafadas e arquivadas, afinal o transporte de quase 500 quilos de cocaína deveria ser um escândalo, não? E o dinheiro usado para construção de certos aeroportos em fazendas privadas em Minas Gerais [8]? Afinal este dinheiro também veio dos cofres públicos e desviados do povo. Já está tudo esclarecido sobre isto? Por que não se fala mais nada? E o caso Alstom[9], por que as delações não valem? Por que não há um estardalhaço em torno deste assunto uma vez que foi surrupiado dos cofres públicos vultosas quantias em dinheiro? Por que você e seu jornal não se escandalizam com a prescrição e impunidade dos envolvidos no caso do Banestado[10] e a participação do famoso doleiro neste caso? Onde estão as manchetes sobre o desgoverno no Estado do Paraná[11]? Deixo estas perguntas como sugestão e matérias para você escrever já que anda tão sem assunto que precisou dar destaque sobre o cafezinho e o papel higiênico dos funcionários da Petrobras.
A você, Leticia, te escrevo para dizer que tenho muito orgulho de trabalhar na Petrobras, que farei o que estiver ao meu alcance para que uma empresa suja e golpista como a que você trabalha não atinja seu objetivo. Já você não deve ter tanto orgulho de trabalhar onde trabalha, que além de cercear o trabalho de seus jornalistas determinando “as verdades” que devem publicar, apoiou a Ditadura no Brasil[12], cresceu e chegou onde está graças a este apoio. Ao contrário da Petrobras, a empresa que você se esforça para denegrir a imagem, que chegou ao seu gigantismo graças a muito trabalho, pesquisa, desenvolvimento de tecnologia própria e trazendo desenvolvimento para todo o Brasil.
Quanto às demissões que estão ocorrendo, é muito triste que tantas pessoas percam seu trabalho, mas são funcionários de empresas prestadoras de serviço e não da Petrobras. Você não pode culpar a Petrobras por todas as mazelas do país, e nem esperar que ela sustente o Brasil, ou você não sabe que não existe estabilidade no trabalho no mundo dos negócios? Não sabe que todo negócio tem seu risco? Você culpa a Petrobras por tanta gente ter aberto negócios próximos onde haveria empreendimentos da empresa, mas a culpa disto é do mal planejamento de quem investiu. Todo planejamento para se abrir um negócio deveria conter os riscos envolvidos bem detalhados, sendo que o maior deles era não ficar pronta a unidade da Petrobras, que só pode ser culpada de ter planejado mal o seu próprio negócio, não o de terceiros. Imputar à Petrobras o fracasso de terceiros é de uma enorme desonestidade intelectual.
Quando fui posar para a foto, que aparece na reportagem, minha intenção não era apenas defender os empregados da injustiça e hostilidades que vem sofrendo sendo questionados sobre sua honestidade, porque quem faz isto só me dá pena pela demonstração de ignorância. Minha intenção era mostrar que a Petrobras é um patrimônio brasileiro, maior que tudo isto que está acontecendo, que não pode ser destruída por bandidos confessos que posam neste jornal como heróis, por juízes que agem por vaidade e estrelismos apoiados pelo estardalhaço e holofotes que vocês dão a eles, pelo mercado que só quer lucrar com especulação e nunca constrói nada de concreto e por um jornal repulsivo como O Globo que não tem compromisso com a verdade nem com o Brasil.
Por fim, digo que cada vez fica ainda mais evidente a necessidade de uma democratização da mídia, que proporcionará acesso a uma diversidade de informação maior à população que atualmente é refém de uma mídia que não tem respeito com o seu leitor e manipula a notícia em prol de seus interesses, no qual tudo que publica praticamente não é contestado por não haver outros veículos que o possa contradizer devido à concentração que hoje existe. Para não perder um poder deste tamanho vocês urram contra a reforma, que se faz cada vez mais urgente, dizendo ser censura ou contra a liberdade de imprensa, mas não é nada além de aplicar o que já está escrito na Constituição Federal[12], sendo a concentração de poder que algumas famílias, como a Marinho detém, totalmente inconstitucional.
Sendo assim, deixo registrado a minha repugnância em relação à matéria por você escrita, utilizando para ilustrá-la uma foto na qual eu estou presente com uma intenção radicalmente oposta a que ela foi utilizada por você."
Fontes:
[1] Demissões nas Organizações Globo:
http://www.conexaojornalismo.com.br/…/demissoes-do-globo-es…
http://radiodeverdade.com/tag/demissoes-na-radio-globo/
http://www.parana-online.com.br/editor…/almanaque/…/836519/…
http://www.portalimprensa.com.br/…/o+globo+faz+cortes+na+re…
http://blogs.odia.ig.com.br/…/globo-inicia-demissoes-no-jo…/
[2] Exemplos de o que deve e não deve ser publicado
http://www.brasildefato.com.br/node/31315
http://www.pragmatismopolitico.com.br/…/globo-ordena-que-no…
http://www.conversaafiada.com.br/…/globo-censura-reporter-…/
[3] Objetivos
http://www.municipiosbaianos.com.br/noticia01.asp…
http://www.aepet.org.br/…/Prezado-a-companheiro-a-da-Petrob…
http://www.viomundo.com.br/…/sordida-campanha-dos-marinho-c…
https://petroleiroanistiado.wordpress.com/…/petrobras-sob-…/
https://fichacorrida.wordpress.com/…/rede-globo-de-corrupc…/
[4] Inquérito 2474
http://www.cartacapital.com.br/…/em-sigilo-ha-7-anos-inquer…
http://www.ocafezinho.com/…/inquerito-2474-ja-esta-na-inte…/
http://www.istoe.com.br/…/…/345927_ERRO+HISTORICO+NA+AP+470+
http://www.brasil247.com/…/Nassif-STF-vai-abrir-segredo-de-…
[5] Escândalo do HSBC
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-assombroso-silen…/
http://economia.ig.com.br/…/reino-unido-investiga-hsbc-por-…
http://economia.estadao.com.br/…/hsbc-entenda-o-escandalo-…/
http://economia.ig.com.br/…/receita-esta-de-olho-em-corrent…
http://www.brasil247.com/…/Sonega%C3%A7%C3%A3o-no-HSBC-%C3%…
[6] Sonegação Globo
http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?p=4664
http://www.ocafezinho.com/…/os-documentos-da-fraude-da-glo…/
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/injusto-e-pagar-im…/
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/como-o-processo-de…/
[7] Helicoca
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-dcm-apresenta-no…/
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-papel-cada-vez-m…/
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/categorias/helicoca/
[8] Aeroportos Mineiros
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-a-midia-na…/
http://www1.folha.uol.com.br/…/1493571-aecio-neves-a-verdad…
http://www1.folha.uol.com.br/…/1488587-governo-de-minas-fez…
http://www.pragmatismopolitico.com.br/…/trafico-de-cocaina-…
http://www.plantaobrasil.com.br/news.asp?nID=82339
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/aecio-nomeou-desem…/
[9] Alstom
http://www1.folha.uol.com.br/…/1281123-brasil-e-unico-que-n…
http://tijolaco.com.br/blog/?p=24684
[10] Banestado
http://www.redebrasilatual.com.br/…/o-caso-banestado-a-petr…
http://www1.folha.uol.com.br/…/1267100-justica-anula-punica…
http://ultimosegundo.ig.com.br/…/lentidao-da-justica-livrou…
[11] Beto Richa e o Paraná
http://www.pragmatismopolitico.com.br/…/beto-richa-quebrou-…
http://www.redebrasilatual.com.br/…/curitiba-a-pauta-da-reb…
[12] Globo e a Ditadura
http://www.pragmatismopolitico.com.br/…/editorial-globo-cel…
http://www.brasildefato.com.br/node/25869
http://altamiroborges.blogspot.com.br/…/as-diretas-ja-e-o-c…
http://www.viomundo.com.br/…/faz-30-anos-bom-jornalismo-da-…
http://www.viomundo.com.br/…/fabio-venturini-no-golpe-dos-e…
http://www.viomundo.com.br/…/exclusivo-as-entrevistas-feroz…
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/abrir-empresa-em-p…/
[12] CF/88
Diz o artigo 220 da Carta, no inciso II do parágrafo 3°:
II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no art. 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente.
Já o parágrafo 5° diz:
Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio.
E o artigo 221. por sua vez, prescreve:
Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:
I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;
II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação;
III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei;
IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.

20 de fevereiro de 2015

Meditação com o Dr. Brian Weiss

Tenho colocado alguns posts simultaneamente neste blog e no Impressões.
O objetivo, óbvio, é chegar a um número maior de pessoas.
Este é um deles.
É que me lembrei que há alguns anos me dediquei bastante a leituras de assuntos contidos em livros como os do Dr. Brian Weiss (acho que sua especialidade é Psiquiatria).
Ele procura unir pesquisas científicas à espiritualidade, bem como à tentativa de aplicação da medicina à conhecimentos filosóficos orientais milenares.
Faz tempo que não leio livros assim mas esses dias, tentando dar uma organizada em livros e discos, achei um CD qua andava meio perdido em tantos títulos e que na época veio encartado em um livro chamado "Meditando com Brian Weiss".
Ouvi muito as meditações dirigidas contidas naquele CD e lembrei que na época havia convertido para mp3 no sentido de poder levar as narrações em pen-drivers e smartphones. Transformei-a em "meditação portátil". :)
Resolvi dar uma olhada no You Tube para ver se alguém tinha colocado alguma daquelas ali e achei.
É essa que reproduzo a seguir.
Em tempos de crises planetárias e pessoais, uma parada de cerca de 27 minutos de olhos fechados pode trazer alívio ou até mesmo, quem sabe, soluções definitivas para algum tipo de problema.
No mínimo vai te fazer relaxar um pouco. Se conseguir parar durante 27 minutos.



"Exercício de relaxamento profundo extraído do livro "Meditanto com Brian Weiss", de Brian Weiss. O dublador é Márcio Seixas (também conhecido como o Batman nos desenhos do próprio e da Liga da Justiça). Recomendo que você o escute pela primeira vez com os olhos abertos para "sentir" do que se trata. Depois, caso ele tenha te agradado, feche os olhos e apenas se permita passar pelos 27 minutos de relaxamento que o exercício propõe.

Não é hipnose, é relaxamento profundo. Você terá plena consciência do que está ocorrendo (na hipnose, você literalmente "apaga" e o hipnotizador decide se você se lembrará ou não do que ocorreu).

Escolha um local e um horário onde você não será incomodado(a) durante os 27 minutos de duração do exercício. Fique com os olhos fechados e, se desejar, faça-o deitado(a) (se bem que aí você corre o sério risco de dormir) ou sentado(a) confortavelmente numa cadeira com os dois pés nos chão e as duas mãos sobre suas coxas. Eu costumo fazê-lo deitado e geralmente caio no sono. Às vezes é um sono consciente, às vezes não, mas eu sempre acordo perto do final, quando ele pede para acordarmos."

19 de fevereiro de 2015

Impitiman é Meuzovo

Só para quem não sabe: "Impitiman é o meuzovo" significa algo como "Impeachment é o cacete!" (ou outra denominação mais pesada começando com c).

Uma reposta carnavalesca bem humorada ao "Impeachment já" defendido pelos derrotados da última eleição. Só não sei quem eles estão pretendendo colocar lá...

"E de repente lá da cobertura global do Carnaval do Ceará vem o grito de guerra mais pop contra a tentativa de golpe da oposição que não sabe perder, impitiman é meuzovo.

É o resgate do humor na batalha da comunicação contra o raivoso discurso midiático. É uma chama de lucidez discursiva entre os aliados de Dilma.

Em política, quem perde o humor em disputas de caráter popular, em geral é derrotado.

Do Ceará vem o grito de guerra que pode tirar Dilma e o seu governo das cordas: impitiman é meuzovo!" (do Blog do Rovai).

Assista ao vídeo:



18 de fevereiro de 2015

Good Times: as baladas românticas do Scorpions

Um dos temas que deveriam ser predominantes neste blog é música.
Mas tenho feito menos posts sobre o assunto do que gostaria.
Ultimamente tento evitar política, meio-ambiente, economia, mídia, relações internacionais, etc. mas mesmo assim ainda tem tido poucos sons por aqui.
Os assuntos citados na verdade deveriam ser os motores propulsores do blog neste momento mundial tão difícil e que requer soluções complexas. A bem da verdade nem sabemos o que se desenha para o futuro a média e longo prazos com essas inúmeras e incessantes crises planetárias. Mas podemos agir de alguma forma a respeito.
Ocorre que, ao longo dos últimos cinco anos, essas preocupações foram predominantes nas postagens feitas aqui no Blog do Luiz Felipe Muniz.
Assim, tenho preferido ultimamente me dar um "refresco" e abordar temática mais leves.
Pode ser alguma coisa do tipo "fiz a minha parte" ou "desisto de tentar salvar o mundo". Enfim, cansei. Pelo menos por enquanto.
Fuga? Falta de perspectiva? Alienação? Entrada no time dos "massificados"? Desencanto? Pode ser. Não estou preocupado com isso. Pelo menos por enquanto. Mas sei que deveria.
Assim, vamos de música.
E não é carnavalesca que é o que está rolando em todo canto desde a semana passada.
Uma das bandas de Hard-Rock ou Heavy-Metal que mais gosto não vem da Inglaterra, nem dos EUA nem do Brasil.
É da terra da Angela Merkel (vai de retro!) e chama-se Scorpions. Não é desconhecida no Brasil não. Veio no primeiro Rock in Rio e teve alguns temas em trilhas de novelas.
Talvez o reconhecimento internacional deva-se a uma faceta particular da banda: embora sejam mestres no "rock pesado", normalmente sempre registram pelo menos uma bela balada romântica em cada disco que lançaram ao longo de mais de 40 anos de carreira e mais de 30 discos lançados.
Selecionei quatro delas que acho que vocês se lembrarão. Mas eles tem várias outras. Recomendo que pesquisem. Se gostarem.
Good Times.







14 de fevereiro de 2015

Eu quero dizer o seguinte...

(...) "Não temos como escapar de um eventual pessimismo, diante da nova ofensiva midiática, conjugada à apatia do governo.

Quem sofre, naturalmente, é o trabalhador, preso em meio a uma crise que paralisa a atividade econômica.

Lembro-me que, certa feita, li um desses caricatos conservadores de jornal escrever: “A França, como a Inglaterra, teria se modernizado sem a maldita revolução”.

Maldita revolução…

É muito curioso alguém pretender julgar a história.

Mais curioso ainda, depois de tantos séculos, odiar a revolução francesa.

Como se os fatos históricos não fossem todos encadeados, como se a revolução francesa fosse um livro que não deveria ter sido escrito.

Um dia, num futuro distante, algum historiador poderá catalogar o período histórico que vai dos anos 50 aos dias de hoje, como uma sucessão ininterrupta de golpes políticos articulados com auxílio da mídia.

Talvez possamos, desde já, chamar esse período, iniciado em 1954, com o suicídio de Vargas, até 2015, quando se articula um segundo golpe, muitas vezes mais sofisticado, como aera da mídia”.

Livros serão escritos, num ambiente já mais tranquilo, estável, sobre décadas e décadas de histeria midiática e técnicas de tortura semiótica aplicadas à política.

O poder da nossa mídia para torturar, destruir e humilhar é extraordinário. É a única coisa que explica o suicídio de Vargas e o golpe de 64.

A última eleição de Dilma foi, por isso mesmo, um verdadeiro milagre, só explicável pela comunicação produzida na campanha.

Não me refiro apenas à propaganda eleitoral da TV, mas ao contato direto entre Dilma e o povo, através dos comícios e dos encontros.

Mas não vou mais falar de comunicação, porque isso já encheu o saco. Hora de virar o disco.

Encerro com uma notícia que, acho eu, nunca contei por aqui.

Vocês sabiam que a indústria do cinema e audiovisual nos EUA é altamente sindicalizada? Isso desde a década de 20, ao menos.

Claro que vocês nunca verão isso no Globo Repórter…"

Por Miguel do Rosário em O Cafezinho 


P.S.: As ilustrações foram inseridas neste blog.

13 de fevereiro de 2015

E chegou o Carnaval: dicas para os não foliões


A festa do carnaval... para quem gosta.
Começa hoje, nesta sexta-feira 13, o Carnaval 2015. Na verdade já começou desde a semana passada. E provavelmente vai perdurar até depois da quarta-feira de cinzas, pelo menos em alguns lugares.
Para os grandes foliões, inveterados ou não, este é o grande momento do ano, o mais aguardado.
E dá-lhe trios elétricos, escolas de samba, blocos.
Me lembro que na sexta de carnaval era o dia preferido dos "Blocos de Sujos", que tocavam marchas e desfilavam com fantasias improvisadas. Não sei se essa tradição suburbana ainda persiste mas eu fiz parte dela, em tempos quase imemoriais.
Praia vazia no carnaval? Só se chover muito!
A questão é que existem também os "não foliões", muitos extremamente avessos ao Reinado de Momo.
É claro que esses darão o seu jeito. Se puderem se refugiar em um local bucólico junto à natureza, ótimo.
Mas podem montar um "bunker" em casa mesmo. Fazendo um estoque de alimentos, bebidas, livros, filmes, discos, etc.
As opções existem para quem quer fugir das ruas quentes e barulhentas, do cheiro de xixi, de foliões que exageram no álcool, dos tráfegos impedidos, dos beijos 'mononucleóticos' (rs).
Eu montei algumas estratégias, uma vez que faz um bom número de anos que abandonei o  posto de frequentador da Marquês de Sapucaí, dos salões de bailes de carnaval (quando isso existia) e dos blocos (quando era uma brincadeira tranquila e segura e não dependia tanto de vodka com energéticos).
Então serve como dica (ou 'guia de sobrevivência') a de ir ao supermercado e hortifruti até no máximo hoje. Faça a sua programação "gourmet" para os próximos cinco dias e leve a lista do que vai precisar comprar. Não esqueça da cerveja e das frutas para preparo da caipiríssima (compre vodka de boa qualidade, ok?), se gostar. Nem das carnes para o churrasco, se gostar.
Churrasqueira e 'chuveirão': boa opção
Como o refúgio praiano fica a cinco minutos (a pé) do mar, até dá para ir na praia em determinados horários mas, dependendo da distância que estiver, verifique antes se vale à pena o deslocamento, considerando também a frequência no local. Piscina (do clube, do prédio ou da casa) ou 'chuveirão' podem ser uma ótima opção se fizer calor desértico.
O mesmo cuidado com a questão dos deslocamentos tem de se dar também se quiser ir a cinemas, restaurantes ou qualquer outra opção fora do "bunker".
Dicas de livros já foram dadas aqui recentemente e com relação à filmes as melhores opções em cartaz no momento são os indicados ao Oscar. Isso se resolver ir ao cinema. DVDs, Blu-Rays e canais por assinatura são as opções caseiras. Inclusive tem alguns canais que vão fazer maratonas de filmes (por assuntos) e séries. Pesquisem.
No mais, aproveitem o feriadão de carnaval, foliões ou não, com uma programação de acordo com seu perfil e possibilidades.
Em tempo: para os três ou quatro que se interessarem, postaremos algumas "Impressões" lá no outro blog durante o período momesco. Mas não serão sobre carnaval. Nem política. Depois daremos uma desacelerada e, quem sabe, retornaremos com mais força aqui.

Bons filmes e livros, ar-condicionado, cerveja e caipivodka podem estar na lista do feriadão

11 de fevereiro de 2015

Vídeo de Bob Fernandes em "O Mercado de Notícias": a corrupção em nosso país


O jornalista paulista Bob Fernandes (que atua na TV Gazeta) costuma fazer comentários certeiros sobre temas polêmicos da política e do noticiário de forma geral. 
Atua acima de disputas bipolares e mostra didaticamente verdades nuas e cruas das quais é difícil discordar.
Este vídeo traz um trecho de uma entrevista sua para um documentário chamado "O Mercado de Notícias" do cineasta Jorge Furtado.

10 de fevereiro de 2015

Desemprego em queda: fala mídia!

Qual o destaque que a grande mídia vai dar a isso?
Será que vão considerar um fato negativo?
Os analistas globais são capazes de tudo!

Do Blog do Planalto:


Terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 às 12:00

Desemprego cai a 6,8% em 2014 e é o menor dos últimos dois anos, aponta IBGE

Com informações do IBGE
"A taxa de desemprego no País ficou em 6,8% em 2014, na média. Foi o menor índice desde 2012, quando atingiu 7,4% no ano e também abaixo do patamar registrado em 2013, que foi 7,1%. Considerando apenas o mês de dezembro, a taxa ficou em 4,3%, nível igual ao de dezembro de 2013, considerado o menor da série histórica, iniciada em 2002. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta terça-feira (10), pelo IBGE.
No mês de dezembro a taxa ficou em 4,3%, nível igual ao do mesmo mês em 2013, considerado o menor da série histórica, iniciada em 2002. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
No mês de dezembro a taxa ficou em 4,3%, nível igual ao do mesmo mês em 2013,
considerado o menor da série histórica, iniciada em 2002.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Queda no nível de desocupação
Em dezembro, a população desocupada caiu 11,8% nas seis regiões pesquisadas, para 1,051 milhão, em relação ao mês anterior. Na comparação com dezembro de 2013, a queda foi de 0,9%. Já a população ocupada chegou a 23,224 milhões no último mês do ano, recuando 0,7% em relação a novembro. Na comparação com dezembro do ano anterior, ficou quase estável.
Em relação ao trimestres, o nível da ocupação no Brasil, no 4º trimestre de 2014, foi estimado em 56,9%. Não houve variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior, quando era 56,8%. Regionalmente, no 4º trimestre de 2014, as regiões que apresentaram os maiores percentuais de pessoas trabalhando entre aquelas em idade de trabalhar foram a Centro-Oeste (61,5%) e a Sul (61,2%), enquanto na região Nordeste foi verificado o menor nível da ocupação, 52,2%.
A população desocupada também mostrou queda na comparação com o trimestre imediatamente anterior, passando de 6,7 milhões para 6,5 milhões de pessoas.
O nível da ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) foi estimado em 56,9% no 4º trimestre de 2014 no Brasil, permanecendo estável frente ao trimestre anterior (56,8%) e em relação ao 4º trimestre do ano passado (57,3%).
A Pnad Contínua substituirá a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). De acordo com os dados, o desemprego ficou em 4,3% em dezembro do ano passado, taxa igual à de 2013, considerada a menor desde o início da série histórica, em 2002.
A cada trimestre, pesquisa analisa os dados de 211.344 domicílios em aproximadamente 16 mil setores censitários em cerca de 3.500 municípios.
Regiões
Regionalmente, no 4º trimestre de 2014, as regiões que apresentaram os maiores percentuais de pessoas trabalhando entre aquelas em idade de trabalhar foram a Centro-Oeste (61,5%) e a Sul (61,2%), enquanto na região Nordeste foi verificado o menor nível da ocupação, 52,2%.
A a redução mais expressiva no desemprego no ano passado foi registrado na região metropolitana do Rio de Janeiro, com 23,4%, seguida de São Paulo (-16,5%) e Belo Horizonte (-12,5%).
Homens e mulheres
As análises apontaram diferenças no nível da ocupação entre homens e mulheres, ou seja, a proporção de homens com 14 anos ou mais de idade trabalhando era superior ao de mulheres deste mesmo grupo etário. No 4º trimestre de 2014, o nível da ocupação dos homens, no Brasil, foi estimado em 68,2% e o das mulheres, em 46,7%.
Faixas etárias
No 4º trimestre de 2014, o nível da ocupação do grupo etário de 25 a 39 anos foi estimado em 75,8%, para o grupo etário de 40 a 59 anos em 69,9%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, esta estimativa era 57,9%.
Entre os menores de idade (de 14 a 17 anos) esta estimativa foi 15,9%, enquanto entre os idosos (60 anos ou mais), 22,1%."

5 de fevereiro de 2015

Mauro Santayana e o "fim" do Brasil

 
O Fim do Brasil
"Já há alguns meses, e mais especialmente na época da campanha eleitoral, grassam na internet mensagens com o título genérico de “O Fim do Brasil”, defendendo a estapafúrdia tese de que a nação vai quebrar nos próximos meses, que o desemprego vai aumentar, que o país voltou, do ponto de vista macroeconômico, a 1994 etc. etc. – em discursos irracionais, superficiais, boçais e inexatos.
Na análise econômica, mais do que a onda de terrorismo antinacional em curso, amplamente disseminada pela boataria rasteira de botequim, o que interessa são os números e os fatos.
Segundo dados do Banco Mundial, o PIB do Brasil passou, em 11 anos, de US$ 504 bilhões em 2002, para US$ 2,2 trilhões em 2013. Nosso Produto Interno Bruto cresceu, portanto, em dólares, mais de 400% em dez anos, performance ultrapassada por pouquíssimas nações do mundo.
Para se ter ideia, o México, tão “cantado e decantado” pelos adeptos do terrorismo antinacional, não chegou a duplicar de PIB no período, passando de US$ 741 bilhões em 2002 para US$ 1,2 trilhão em 2013; os Estados Unidos o fizeram em menos de 80%, de pouco mais de US$ 10 trilhões para quase US$ 18 trilhões.
Em pouco mais de uma década, passamos de 0,5% do tamanho da economia norte-americana para quase 15%. Devíamos US$ 40 bilhões ao FMI, e hoje temos mais de US$ 370 bilhões em reservas internacionais. Nossa dívida líquida pública, que era de 60% há 12 anos, está em 33%. A externa fechou em 21% do PIB, em 2013, quando ela era de 41,8% em 2002. E não adianta falar que a dívida interna aumentou para pagar que devíamos lá fora, porque, como vimos, a dívida líquida caiu, com relação ao PIB, quase 50% nos últimos anos.
Em valores nominais, as vendas nos supermercados cresceram quase 9% no ano passado, segundo a Abras, associação do setor, e as do varejo, em 4,7%. O comércio está vendendo pouco? O eletrônico – as pessoas preferem cada vez mais pesquisar o que irão comprar e receber suas mercadorias sem sair de casa – cresceu 22% no ano passado, para quase US$ 18 bilhões, ou mais de R$ 50 bilhões, e o país entrou na lista dos dez maiores mercados do mundo em vendas pela internet.
Segundo o Perfil de Endividamento das Famílias Brasileiras divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o ano de 2014 fechou com uma redução do percentual de famílias endividadas na comparação com o ano anterior, de 62,5%, para 61,9%, e a porcentagem de famílias com dívidas ou contas em atraso, caiu de 21,2%, em 2013, para 19,4%, em 2014 (menor patamar desde 2010). A proporção de famílias sem condições de pagar dívidas em atraso também diminuiu, de 6,9% para 6,3%.
É esse país – que aumentou o tamanho de sua economia em quatro vezes, cortou suas dívidas pela metade, deixou de ser devedor para ser credor do Fundo Monetário Internacional e quarto maior credor individual externo dos Estados Unidos, que duplicou a safra agrícola e triplicou a produção de automóveis em 11 anos, que reduziu a menos de 6% o desemprego e que, segundo consultorias estrangeiras, aumentou seu número de milionários de 130 mil em 2007 para 230 mil no ano passado, principalmente nas novas fronteiras agrícolas do Norte e do Centro-Oeste – que malucos estão dizendo que irá “quebrar” em 2015.
E se o excesso de números é monótono, basta o leitor observar a movimentação nas praças de alimentação dos shoppings, nos bares, cinemas, postos de gasolina, restaurantes e supermercados; ou as praias, de norte a sul, lotadas nas férias. E este é o retrato de um país que vai quebrar nos próximos meses?
O Brasil não vai acabar em 2015.
Mas se nada for feito para desmitificar a campanha antinacional em curso, poderemos, sim, assistir ao “fim do Brasil” como o conhecemos. A queda das ações da Petrobras e de empresas como a Vale, devido à baixa do preço do petróleo e das commodities, e também de grandes empresas ligadas, direta e indiretamente, ao setor de gás e de petróleo, devido às investigações sobre corrupção na maior empresa brasileira, poderá diminuir ainda mais o valor de empresas estratégicas nacionais, levando, não à quebra dessas empresas, mas à sua compra, a preço de “bacia das almas”, por investidores e grandes grupos estrangeiros – incluídos alguns de controle estatal – que, há muito, estão esperando para aumentar sua presença no país e na área de influência de nossas grandes empresas, que se estende pela América do Sul e a América Latina.
Fosse outro o momento, e o Brasil poderia – como está fazendo a Rússia – reforçar sua presença em setores-chave da economia, como são a energia e a mineração, para comprar, com dinheiro do tesouro, a preço muito barato, ações da Petrobras e da própria Vale. Com isso, além de fazer um grande negócio, o governo brasileiro poderia, também, contribuir com a recuperação da Bolsa de Valores. Essa alternativa, no entanto, não pode sequer ser aventada, em um início de mandato em que o governo se encontra pressionado, praticamente acuado, pelas forças neoliberais que movem – aproveitando os problemas da Petrobras – cerrada campanha contra tudo que seja estatal ou de viés nacionalista.
Com isso, o país corre o risco de passar, com a entrada desenfreada de grandes grupos estrangeiros na Bolsa por meio da compra de ações de empresas brasileiras com direito a voto, e a eventual quebra ou absorção de grandes empreiteiras nacionais por concorrentes do exterior, pelo maior processo de desnacionalização de sua economia, depois da criminosa entrega de setores estratégicos a grupos de fora – alguns de capital estatal ou descaradamente financiados por seus respectivos países (como foi o caso da Espanha) nos anos 1990.
Projetos que envolvem bilhões de dólares, e mantêm os negócios de centenas de empresas e empregam milhares de brasileiros já estão sendo, também, entregues para estrangeiros, cujas grandes empresas, no quesito corrupção, como se pode ver no escândalo dos trens, em São Paulo, em nada ficam a dever às brasileiras.
Para evitar que isso aconteça, é necessário que a sociedade brasileira, por meio dos setores mais interessados – associações empresariais, pequenas empresas, sindicatos de trabalhadores, técnicos e cientistas que estão tocando grandes projetos estratégicos que poderiam cair em mãos estrangeiras –, se organize e se posicione. Grandes e pequenos investidores precisam ser estimulados a investir na Bolsa, antes que só os estrangeiros o façam.
O combate à corrupção – com a punição dos responsáveis – deve ser entendido como um meio de sanar nossas grandes empresas, e não de inviabilizá-las como instrumentos estratégicos para o desenvolvimento nacional e meio de projeção do Brasil no exterior.
É preciso que a população – especialmente os empreendedores e trabalhadores – percebam que, quanto mais se falar que o país vai mal, mais chance existe de que esse discurso antinacional e hipócrita, contamine o ambiente econômico, prejudicando os negócios e ameaçando os empregos, inclusive dos que de dizem contrários ao governo.
É legítimo que quem estiver insatisfeito combata a aliança que está no poder, mas não o destino do Brasil, e o futuro dos brasileiros."
Por Mauro Santayana

27 de janeiro de 2015

Dica de Leitura: Fritijof Capra lança: A Visão Sistêmica da Vida

Enquanto o Blog e seus blogueiros reavaliam os próximos passos deste espaço, segue uma dica de leitura.

Não uma dica qualquer.

Para o Capra este livro é uma obra / resumo de vários e vários anos de pesquisa e árduo trabalho na busca de modelos e padrões que melhor se afinam aos riscos e crises que estão assolando a humanidade e colocando em sério desvio a Biosfera Terrestre.

O prefácio da edição brasileira é do gigante Oscar Motomura da Amana-Key, uma instituição voltada para a formação de lideres sintonizados com os novos e tenebrosos tempos.

O livro mergulha nas várias dimensões da discussão ecológica e sistêmica da vida, humana e não-humana, e aponta rumos, aponta urgências, e traz à voga o papel imprescindível dos lideres políticos em de todos os níveis das relações públicas e privadas, nos dando uma adequada visão de que ninguém fica fora desta equação, todos irremediavelmente estamos entrelaçados, seja para o sucesso da espécie humana ou para o seu fracasso diante de Gaia!

Para os mais céticos de sempre, vale tomar pé da gravíssima crise de energia e do fornecimento de água no Brasil atual, mas isso não é tudo! Para compreender de fato a profunda crise é preciso mais esforço de compreensão! Não vai adiantar pensar de forma imediatista para resolver os problemas em curso já veloz; o que de fato está sendo processado pela Biosfera é inevitável... a Mudança Climática já opera derradeiras eclosões sócio-econômicas e os economistas estão longe de conseguir um caminho viável sem re-significar os seus conhecimentos básicos...

Quando Capra e Luigi apostam na eco-alfabetização urgente em todos os níveis e não apresentam uma fórmula mágica para dar conta do nosso drama, isto de certa forma me apazigua e me tortura ao mesmo tempo...e pensar que o CNFCN tinha em mão um projeto maduro e consistente lá nos anos de 1997...e pensar que hoje esta tarefa se revela ainda gigante demais para os padrões de consumo arraigados em todos os velhos e jovens humanos de nosso tempo!!

Bem, de qualquer forma restam aqueles que não desistem nunca! O Capra, o Motomura, o Luigi, o Morin...são os muitos que ainda estão lutando bravamente para ajudar a humanidade a sair desta sinuca de bico! Não será fácil como nos finais felizes dos filmes de ficção! Veremos muita dor e assistiremos atônitos muitos e muitos fenômenos naturais nos próximos anos...procurem fazer a sua parte...quem sabe começar por este último livro do Capra! Boa leitura!

Luiz Felipe Muniz de Souza

8 de janeiro de 2015

Impressões

Impressões & Impressionismo
Conforme post abaixo, o Blog do Luiz Felipe Muniz não encerrou as atividades.
Depois de mais de cinco anos de postagens diárias e mais de 1,5 milhão de acessos, segundo o Blogger, resolvemos dar uma parada estratégica.
Para fazer um balanço, dar um descanso (ao leitores...) e reestruturar o nosso modus operandi.
A parceria continua e os frequentadores assíduos deste espaço nunca foram esquecidos.
2015 haverá de trazer novidades.
Até porque, como dizemos em nossas conversas políticas que sempre tendem à esquerda, "a luta continua, companheiro".
Enquanto isso inauguramos um novo espaço para dar vazão às nossas observações sobre quase tudo e mais algumas coisas.
São pequenas crônicas - diárias ou semanais - sem periodicidade e sem maiores pretensões.
Apenas "Impressões" pessoais de assuntos aleatórios complementados por um tema musical.
Quem ficou curioso e quiser nos dar o prazer de uma breve visita é só clicar aqui: Impressões.
Até a volta.

30 de novembro de 2014

Bye Bye, So Long, Farewell

 
"Quando entra dezembro...". Epa! Estou forçando a barra. A canção do Beto Guedes fala em "setembro" e não "dezembro", que na verdade começa amanhã.
Detalhes. Que não é aquela romântica do Roberto. O fato é que foi bom repostar ontem o artigo publicado pelo Felipe Muniz tempos atrás sobre a não percepção da passagem do tempo. É que estou nessa: se não fossem a Copa e as eleições, nem perceberia que 2014 passou feito rajada de vento em chegada de frente fria. Como será 2015?
E vamos em frente que atrás vem gente. A Copa foi um sucesso, apesar dos "não vai ter Copa" e a Dilma ganhou, apesar da descontrução da mídia por anos a fio. E que vai continuar. Interesses inconfessáveis. De nossa parte o orgulho de termos participado, humildemente, de sua eleição em 2010 e da reeleição neste ano.
E assim tem sido o blog desde 2009. Ou 2008, se considerarmos o período que estava em outro endereço. Foi quando o Felipe me convidou para complementá-lo nesta empreitada que teve muitos desafios neste passar dos anos. E eu agradeço a ele, apesar da relutância em aceitar, na época.
Dois desconhecidos dos meandros jornalísticos (não jornalistas) e do universo da Internet conseguiram manter vivo o ideal de abordar temas tão distantes como meio-ambiente, música, musas, política, humor, curiosidades, dicas de bem viver, etc.
Uma mistura que era para sobreviver uns dois meses chega ao sexto ano com mais de oitocentos mil acessos. Quer dizer, mais do que isso. É que o contador que colocamos aqui do "lado de fora" do blog não mede alguns tipos de acesso. Até hoje não entendi muito bem, mas o contador interno oficial do Blogger indica  como "Histórico de todas as visualizações de página", um número acima de um milhão e meio de visitas! Nada mal para dois amadores que não tem tempo livre para se dedicar a este espaço como gostaríamos.
Neste momento agradecemos a esses visitantes que não conhecemos (Ok, alguns são amigos de longa data) e que pouco se expressaram ao longo deste tempo, mas que dão sempre uma olhadinha diária por aqui, sabemos disso.
Ao longo deste período, cerca de 5.600 posts foram publicados (daria alguns livros) o que garante uma visita contínua mesmo se pararmos de publicar qualquer coisa nova agora. Explicando melhor: muitos acessos são de pesquisa por assunto no Google que muitas vezes, entre as opções, indica o post específico no blog.
Se vocês perceberam que este post começa a soar como uma balanço de despedida, acertaram. De minha parte, não do Luiz Felipe. Acho que ele vai tentar manter na medida do possível o blog vivo e rezo para que consiga continuar com essa conquista.
Vou lhes dar o prazer de minha ausência por conta da mesma reclamação de sempre: como escrever posts realmente interessantes para um público eclético se mal temos tempo de "copiar e colar" o que outros escrevem?
Se não podemos manter um alto nível por nossa conta e começamos  a ficar estressados com isso, é melhor parar. E essa história eu já conheço. Foi por este mesmo motivo que parei de publicar o Jornal Metamúsica há 14 anos, depois de 5 lutando para mantê-lo vivo. Mesmo com o sucesso do mesmo foi impossível para mim continuar com a empreitada.
Há outros motivos também, mas esses não vem ao caso. Entre eles não está a minha grande amizade e apreço pelo titular do blog, que permanece inabalável. Já lhe falei: seria bom arranjar um substituto para este escriba, gente muito melhor não falta. Desde que também seja amigo e pense de forma semelhante.
Não posso afirmar se esta é uma despedida definitiva. Se houver chance, quem sabe retorno. Mas fica mais uma vez o apreço por todos (até por aqueles que nos odiaram por nossa opção política) e um agradecimento especial ao Luiz Felipe Muniz, guru alguns degraus evolutivos acima deste colaborador.
E chega de explicações. É só que achei que nossos 17 leitores merecem um esclarecimento. E lhes dou o direito de comemorar. Ou ficar indiferentes.
Acredito que vou desaparecer um pouco também das redes sociais. Ficar mais no mundo real.
Mas fica a gratidão de minha parte.
Em tempo: que imagens são essas que ilustram este post? É mais um exemplo do que me incomoda. Há tempos quero fazer um post sobre alguns CDs que tenho importado de uma gravadora alemã, relacionando sua música de difícil classificação com as capas que eles escolhem. Mas não tive tempo. Bem pelo menos as belas capas com fotografias instigantes ficam registradas.
E como nosso blog sempre foi musical, encerro minha participação com uma bela canção do eterno Pink Floyd, "Wish You Were Here".
E, como dizia o Guilherme Arantes na música "Pedacinhos": "Adeus também foi feito prá se dizer... bye bye, so long, farewell... (...afinal a gente sofre de teimoso, quando esquece do prazer)".
Abraços e obrigado!

P.S.: O post acima eu escrevi ontem e programei para sair hoje, domingo. Só que ontem mesmo - em uma mesa de bar com algumas cervejas que ninguém é de ferro - conversei muito com o amigo Luiz Felipe e daí surgiu a ideia de algumas mudanças no blog para 2015 (ou ainda este ano). 
Diante desses fatos novos, que não cabe ainda detalhar aqui, este post poderá ser apenas um até logo com possível retorno após recesso para um bom descanso. Veremos... De qualquer forma resolvi manter o texto original. Vai que sai o artigo sobre essas capas...



A capa do disco do Pink Floyd: 40 anos depois, ainda emblemática

29 de novembro de 2014

O tempo, as rotinas e os nossos registros de vida

Da série "Retrospectiva do Blog". 
Este é um post do nosso titular Luiz Felipe Muniz (só fiz as inclusões de imagens que não existiam no original), realizado originalmente em 2011.

Eu e o Marquinhos temos abordado nos últimos posts alguns pontos interessantes que envolvem as angústias das doenças sistêmicas e os diversos aspectos da cura possível por meio de novas terapias e as novas visões da medicina, aqui abordada como Medicina Quântica, envolvendo desde o poder da música, das terapias orientais aos relaxamentos meditativos - tão complexos para a maioria de nós -...

Hoje recebi um texto do amigo Rubens Banda que resolvi postar aqui. Tem muito a ver com a nossa busca de qualidade de vida em tempos para lá de tumultuados. A mudança é uma regra vital na natureza de todas as coisas, a vitalidade de nossas mentes está diretamente ligada a nossa capacidade desenvolvida ao longo dos anos para mudarmos, e, tudo não passa de um grande exercício a ser praticado!

Veja o texto do Airton Mendonça publicado no Estadão recentemente:


A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS

Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)

"O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do Sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mi l pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -.... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. !!!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES di fE rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE...
V I V A !!"