Sustentabilidade Planetária, Politica, Educação, Musica, Cultura, Arte e Etica.
17 de setembro de 2009
CONVOCAÇÃO GERAL PARA A "HORA DE ACORDAR GLOBAL" - AVAAZ / 21 DE SETEMBRO
Deu no JB - "Eu Neutralizo"
"Eu Neutralizo" propõe ações para reduzir emissões de carbono
Marcelo Gigliotti, Jornal do Brasil
RIO - Os países estão discutindo metas para reduzir as emissões de carbono, para aplacar o aquecimento global. Mas esta tarefa não é só dos governantes e dos políticos. O cidadão comum pode fazer a sua parte. Esta é a proposta do movimento Eu Neutralizo, que visa justamente conscientizar as pessoas sobre seu papel quanto às mudanças climáticas no planeta. O grupo fará um evento neste fim de semana para difundir estas ideias. E o local não poderia ser mais adequado e inspirador: o Jardim Botânico do Rio.
– Quando se pensa na questão do aquecimento global, muitas pessoas acham que o impacto individual de nossas ações e hábitos são pequenos. Mas somando todas as pessoas do Brasil e do mundo, este impacto ganha uma dimensão gigantesca – diz o coordenador do projeto, Sérgio Mello.
Pessoas e árvores
E o impacto ambiental de cada indivíduo nem é tão pequeno assim, diz Mello. Segundo ele, um brasileiro emitirá em média, ao longo de sua vida, com suas diversas atividades e hábitos, 135 toneladas de CO². E uma árvore, em média, absorve 600 quilos de CO² em 20 anos.
– O que nós propomos é uma combinação de ações. Desde plantar árvores a modificar hábitos de comportamento e consumo, como usar menos o carro e comprar produtos, como geladeiras, que consumam menos energia – diz.
Outro medida seria optar por comprar madeira certificada.
– Comprando este tipo de madeira, o cidadão está ajudando a deixar uma floresta em pé e combatendo o desmatamento ilegal.
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16 de setembro de 2009
Um piano tarde da noite
Adrenaline Rush
Em Divix High Definition. Muito bom!
Abbey Road no Brasil

15 de setembro de 2009
R.I.P. Patrick Swayze
A Distância Entre Nós

Já li um livro muito interessante da jornalista Thrity Umrigar. Chama-se “A Distância Entre Nós”. É um romance que retrata a convivência entre pessoas de diferentes classes sociais (na Índia), focando principalmente na vida de duas mulheres. Muito bom. Para economizar (meu) tempo, coloquei logo abaixo uma sinopse que ‘pesquei’ na Internet.
Ela esteve neste fim de semana na Bienal do Livro do Rio e participou do Café Literário. Inseri aqui esse bate-papo. Quem estiver com tempo e gostar de literatura e boas histórias, vale a pena assistir.
“O livro 'A distância entre nós' retrata um mundo que, embora distante, é muito familiar. Conduzido por duas mulheres reais, este romance mostra como a vida dos pobres e dos ricos está intrinsecamente enlaçada, ainda que afastada. E capta o modo pelo qual os laços femininos ultrapassam as divisões de classe e de cultura. Na Bombaim contemporânea, a empregada doméstica Bhima deixa seu barraco na favela onde mora para cuidar da casa de Sera Dubash, onde trabalha há mais de vinte anos. No apartamento de classe média alta onde a patroa viúva vive com a filha, Dinah, que está grávida, e o genro, Viraf, Bhima lava a louça, esfrega o chão e corta as cebolas para a omelete matinal do clã, lutando contra a dor nas mãos causada pela artrite e também contra a preocupação que toma conta de seu pensamento - sua neta, Maya, está grávida. Mas, diferente de Dinah, ela não é casada e se recusa a revelar a identidade do pai da criança. 'A distância entre nós' é apresentado ao leitor como uma complexa encruzilhada de semelhanças e diferenças entre Bhima, a empregada, e Sera, a patroa. Distantes pelas diferenças entre classes, elas se aproximam na condição de mulheres oprimidas, que dedicaram as vidas para cuidar dos outros. O leitor acompanha o cotidiano das duas como senhoras maduras e, na narrativa em flashback, percebe como estas existências vão se construindo juntas, sempre alimentadas por uma relação de atração e repulsa."
Debate realizado em 13/09/2009.
14 de setembro de 2009
Novo filme mostrará os efeitos do aquecimento global...
Por Redação do Carbono Brasil
O filme “The Age of Stupid”, documentário que retrata as condições de vida na Terra em um futuro no qual os avisos sobre as mudanças climáticas foram ignorados, estreia no próximo dia 22 no Brasil.
Produzido com £ 450.000 (cerca de US$ 750 mil) levantadas por "multidão-financiamento" - venda de ações de indivíduos e grupos, “The Age of Stupid”, é uma obra completamente independente, dirigida por Franny Armstrong e narrado pelo ator Pete Postlethwaite.
A première do filme sobre aquecimento global será em Nova Iorque, no dia 21 de setembro, e terá exibição em diversos países ao mesmo tempo, seguido por transmissão ao vivo de um debate com Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU, com a participação da atriz Gillian Anderson (Arquivo X) e de cientistas e políticos.
O evento será encerrado com show do líder da banda Radiohead, Thom Yorke. A data marca a véspera da sessão da Assembléia Geral da ONU sobre o Clima, que acontece também em Nova Iorque.
No Brasil, o filme será exibido em 13 salas de cinema (veja lista e horários abaixo).
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A Era da Estupidez
"Uma grande apresentação está sendo montada em Nova York para o lançamento mundial do filme "The Age of Stupid" ("A Era da Estupidez", em tradução livre). O documentário vai ser lançado em 45 países e 550 salas de cinema, inclusive no Brasil, no dia 22 de setembro. A data escolhida coincide com a Assembléia Geral das Nações Unidas, que será realizada em NY para tratar sobre o aquecimento global."
Da Agência Brasil
Brasília - Um especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS), Sin Lun Tam, informou hoje (14) que cerca de 40% das mortes provocadas pela influenza A(H1N1) – gripe suína – são de pessoas saudáveis e jovens. Segundo ele, mais da metade das pessoas infectadas pela doença e que apresentaram um agravamento dos sintomas têm 20 anos ou menos. As informações são da agência portuguesa Lusa.
Sin Lun Tam destacou ainda que entre 15% e 30% dos pacientes hospitalizados precisam ser internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e que a infecção pelo vírus Influenza H1N1 leva a complicações pulmonares de forma mais frequente do que quando comparada aos casos de gripes sazonais.
A taxa de mortalidade da doença, de acordo com o especialista, é mais elevada nos grupos de pessoas com idade entre 25 e 49 anos ou nos mais velhos. Até a última sexta-feira (11), a OMS havia registrado pelo menos 3.205 mortes desde o aparecimento do novo vírus Influenza H1N1.
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Redução do PIB com adaptação ao aquecimento global - BBC BRASIL

Da BBC Brasil em Londres
Entre os países em que os impactos foram estudados está a Tanzânia
As mudanças climáticas podem abocanhar até 19% do Produto Interno Bruto (PIB) dos países afetados por calamidades meteorológicas no ano de 2030, de acordo com um estudo patrocinado pelas Nações Unidas divulgado nesta segunda-feira.
O relatório Modelando um Desenvolvimento Resistente ao Clima do Grupo de Trabalho para a Economia de Adaptação ao Clima, que reúne diversas instituições e tem financiamento da ONU, afirma que entre 40% e 68% das perdas econômicas previstas podem ser evitadas aplicando-se imediatamente medidas de adaptação já existentes.
O documento apresenta ainda uma metodologia para calcular o custo da adaptação em qualquer país, que foi aplicada aos casos da China, Estados Unidos, Guiana, Mali, Grã-Bretanha, Samoa, Índia, e Tanzânia.
Clique Leia mais na BBC Brasil:Clique Chuvas e enchentes trazem alerta de mudança climática
"Os países precisam planejar a sua adaptação com muito mais rigor, objetividade e urgência do que foi feito até aqui", afirma o economista britânico Nicholas Stern no prefácio do estudo.
"Devemos às populações mais vulneráveis do planeta reunir o melhor apoio possível para reforçar a sua capacidade de adaptação."
Entre as soluções "boas, bonitas e baratas" para adaptação às mudanças climáticas propostas no documento de 147 páginas estão melhorias no sistema de drenagem e escoamento de águas, a construção de barreiras para o mar e regulamentações mais rígidas para construções.
Entre os países estudados pelo grupo de trabalho, o mais afetado pelo aquecimento global seria a Guiana, que perderia 19% do seu PIB anual em 2030 para enfrentar as graves consequências de enchentes.
Mau tempo à vista
Já o Estado americano da Flórida, vulnerável a furacões e tempestades, perderia 10% do seu PIB por causa do mau tempo em 2030.
De acordo com o relatório, o aumento na atividade de furacões e tempestades deverá aumentar as despesas com este tipo de problemas em cerca de US$ 33 bilhões por ano em 2030.
O grupo de trabalho que produziu o documento é composto pela ONU, pela seguradora Swiss Re, pela consultoria McKinsey & Company, pela rede ambiental ClimateWorks, pela Comissão Europeia, pela Fundação Rockefeller, e pelo banco Standard Chartered.
SAIBA MAIS
Por uma maior presença do Estado na Economia Mundial, é o que diz pesquisa da BBC
Uma pesquisa da BBC divulgada nesta segunda-feira afirma que a maior parte das pessoas em 20 países diferentes, entre eles o Brasil, quer maior controle dos governos sobre a regulação e administração das economias nacionais.
No Brasil
•75% são a favor de maior controle do governo sobre economia
•68% apoiam ajuda financeira a empresas em crise
•50% defendem maior poder a instituições internacionais
•48% defendem mais gastos governamentais
No total, 67% das pessoas entrevistadas preferem mais regulação do governo e supervisão da economia nacional. No Brasil, esse índice foi de 75%.
Nos 20 países pesquisados, 60% disseram apoiar um aumento dos gastos governamentais para incentivar a economia.
Sessenta e dois por cento apoiam ajuda governamental para indústrias afetadas pela crise.
Satisfação com líderes nacionais
O Brasil esteve entre os países onde a população esteve mais satisfeita com a resposta do seu governo à crise.
Segundo a pesquisa, 59% dos brasileiros ouvidos se disseram satisfeitos com a resposta dos líderes nacionais à crise econômica mundial, contra 39% de insatisfeitos.
Outros países onde a maioria manifestou satisfação com a reação dos seus líderes à crise foram China (87% dos entrevistados), Austrália (68%), Egito (63%), Indonésia (57%) e Canadá (56%).
Os países com os menores índices de satisfação foram México (9%), Japão (18%), Filipinas (24%) e França (27%).
Satisfação com governos
•87% na China
•68% na Austrália
•63% no Egito
•59% no Brasil
•49% nos Estados Unidos
•27% na França
•18% no Japão
•9% no México
Nos Estados Unidos, a população esteve dividida ao meio – 49% se disseram satisfeitos com a resposta dos seus líderes, e 48%, insatisfeitos.
Questões polêmicas
As questões onde os brasileiros se mostraram mais divididos foram sobre ajuda financeira do governo a bancos em crise e maior gasto governamental.
Para 51% dos entrevistados no Brasil, o governo deveria dar ajuda financeira a bancos com dificuldades, já 44% se disseram contra a ideia.
Os gastos governamentais como forma de combater os efeitos da crise dividiram ainda mais os entrevistados brasileiros: 48% são a favor e 44%, contra.
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Deu no JB
Portal Terra
WASHINGTON - Em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira sobre seu novo filme, Capitalism, a Love Story, o documentarista Michael Moore não perdeu a oportunidade de fazer aquilo que mais lhe rende repercussão e bilheteria: falar mal de algum produto americano, neste caso específico, da mídia impressa dos Estados Unidos e, por tabela, de seus parcos leitores.
Moore disse que, enquanto na Europa os jornais ganham dinheiro com a circulação de exemplares, nos EUA o lucro advém quase inteiramente dos anúncios e, portanto, não há qualquer privilégio ao conteúdo do que é escrito. Para o cineasta, os Estados Unidos são um país de 40 milhões de analfabetos funcionais, em que as pessoas não têm capacidade de ler e interpretar um texto.
O discurso completo de Moore pode ser lido no site do jornal National Post.
16:00 - 14/09/2009
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Beatles Rock Band
13 de setembro de 2009
Quaterna Réquiem

Recebi hoje do amigo Cláudio Dantas o convite que reproduzo aqui. Trata-se do retorno aos palcos da grupo carioca Quaterna Réquiem (29 de outubro, Barra da Tijuca). Não sei se significa também o lançamento do disco "O Arquiteto", antigo (e fantástico) projeto da banda sobre qual tecerei comentários aqui quando ele efetivamente for confirmado.
11 de setembro de 2009
Richard Burmer
Um Presente singular à Família Muniz



A Petrobras e a Federação - nas palavras de Mauro Santayana
Quando, em outubro de 1953, o presidente Vargas sancionou a Lei 2.004, criando a Petrobras, o Brasil importava 95,6% de todos os derivados do petróleo que consumia: gasolina, querosene, óleo diesel, óleo combustível, gás liquefeito, aguarrás, óleo lubrificante – e outros produtos. As refinarias, que eram privadas, só tinham capacidade de transformar 2.300 barris de petróleo bruto por dia – que equivaliam a 3% de nossas importações totais do combustível. Produzíamos, em poços pioneiros, apenas 2% de petróleo bruto. Naquele momento, a prioridade era construir grandes refinarias no país – a fim de comprar mais petróleo bruto do que derivados e, assim, aliviar o peso das importações de energia. Conforme relata o general Arthur Levy – o segundo presidente da Petrobras (Juracy Magalhães foi o primeiro) – em seu livro Energia não se importa, as compras de derivados eram crescentes, e absolutamente necessárias ao desenvolvimento do país. Não tínhamos outra saída que não fosse a do endividamento. Chegaria o momento em que o país se tornaria inviável, pela impossibilidade de gerar recursos para a administração dos compromissos internacionais. A Petrobras foi, assim, uma imposição da necessidade.
O projeto enviado pelo governo ao Congresso, para a exploração do petróleo do pré-sal autoriza a continuação dos leilões de áreas, também para o pré-sal. Isso significa que as empresas petrolíferas internacionais aumentarão a sua presença na exploração do óleo, com a consequente exploração intensiva dos lençóis do pré-sal. Essa situação trará outro efeito colateral perigoso para o futuro estratégico do país. Haverá entrada brusca de divisas e, conforme quem ocupar o governo, esse dinheiro, não sendo absorvido pelas necessidades de investimento, acabará aplicado em títulos do Tesouro dos Estados Unidos ou em bancos europeus. Haverá, ainda, outra sangria de divisas, com a remessa de lucros. A velha sabedoria aconselha não ir tão depressa ao poço.
Há outra realidade que não está sendo considerada. Hoje, 78% das reservas mundiais de petróleo estão sendo exploradas por empresas estatais ou sob controle acionário dos estados. As grandes petroleiras multinacionais deixaram a posição predominante que ocupavam há meio século. O discurso neoliberal perdeu o argumento da modernidade. Se as empresas estrangeiras entrarem no pré-sal, com sua forma intensiva de exploração, as reservas poderão esgotar-se em 13 anos, segundo a Aepet. A Petrobras dispõe de tecnologia e de recursos. Se for necessário, ela pode obter recursos no mercado financeiro internacional, para tocar sozinha o projeto. Quem tem petróleo, e sabe explorá-lo, tem crédito favorecido.
Antes mesmo que se intensifique a exploração do novo lençol petrolífero, os estados produtores brigam para manter a sua posição privilegiada na distribuição dos royalties. Esses estados já se beneficiam da presença da Petrobras, que, por si só, promove o desenvolvimento econômico e social nas regiões em que atua. O que ocorre em Macaé é disso exemplo. A Federação já sofre de profundos desequilíbrios regionais. É preciso manter a cautela, a fim de não criar novo conflito federativo. Talvez a posição do governador Aécio Neves tenha sido a mais sensata, ao dizer que, sim, os estados produtores devem ter um quanto a mais, pelos investimentos públicos que a exploração exigirá, e pelos prováveis danos ambientais. Mas o petróleo é um bem nacional, não estadual, e todos os brasileiros terão de ser beneficiados com os resultados da exploração. Se isso ocorrer as novas jazidas o petróleo do pré-sal pode esgotar-se em 13 anos de exploração intensiva."
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Os olhos do mundo se voltam para o Brasil por diversos motivos, mas a grande e principal demanda se deve sim ao fato do país tropical possuir agora um mosaico transparente de potencialidades no campo das energias renováveis e não-renováveis, que enchem de inveja e ganância os neo-liberais de sempre, os mesmos que arremessam periodicamente boa parte do mundo, seus povos e a biodiversidade planetária, em trágicos e cíclicos processos de degradação sócio-ambientais e de extinções em massa: de empregos, de povos, de espécimes naturais, de ecossistemas inteiros, etc...
O risco do Brasil não é pouco diante da secura desta gente!
Se em passado relativamente recente a Federação foi impactada pelo surgimento de idéias primárias separatistas no sul do país, por se verem e entenderem à frente dos demais devido à pujança da economia regional ... agora, com as transformações reais, que podem ocorrer com o advento do Pré-sal na economia brasileira, particularmente, na economia dos Estados litorâneos e que se beneficiam com a fartura dos royalties do petróleo, estas idéias separatistas podem ser reativadas e potencializadas por minorias burguesas bairristas, associadas à segmentos internacionais, empresariais ou não, e fragilizar de fato a concepção nacional de um país de notada presença no continente sul americano.
Para alguns parecerá absurdo, mas a coisa só está se iniciando e pode tomar vulto se os Poderes da República não agirem com sabedoria, o pontapé inicial parece ter sido dado pelo Governo Federal com a proposta do novo marco do petróleo no Brasil e com o projeto de ampliação e modernização das Forças Armadas Brasileiras, mas ainda vai correr muita água por baixo desta ponte.
O Brasil é um gigante, mas o seu povo precisa saber como se comportar como tal, começado pelas autoridades...boa parte delas ainda vê o país como uma colônia, se vêem incompetentes para o trato internacional e têm medo do papel de protagonistas no cenário mundial, veremos no que vai dar!!
Festival de filme infantil em São Paulo

Festival de Cinema Infantil acontece nos shoppings Eldorado e Metrô Santa Cruz
Eliana Silva de Souza, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Tem início nesta sexta-feira, 11, o Festival Internacional de Cinema Infantil, que exibirá, até o dia 20, cerca de 80 filmes, alguns inéditos, outros clássicos, além de promover debates e realizar sessões com dublagem sendo feita aos olhos do público. Tudo isso poderá ser conferido em dois cinemas da Rede Cinemark, o do Shopping Eldorado e o do Shopping Metrô Santa Cruz.
Sob a direção de Carla Camurati e Carla Esmeralda, o evento chega à sua sétima edição e mostra que veio para ficar. "Este ano preparamos novidades bem interessantes, como a mostra Novos Jovens, dirigido ao público adolescente, e o Panorama Teen, com curtas-metragens", conta Carla, que se diz realizada por ter em mãos esse projeto que é muito especial para ela. "É um evento que não se destina apenas às crianças, pois tem um formato que atrai família inteira."
XIV Bienal do Livro aberta no Rio de 10 a 20 de Setembro

Na abertura contou com a presença do Governador Cabral e do Prefeito do Rio, além de outras autoridades, dentre elas o cônsul-geral americano, pois os EUA são os homenageados deste ano.
A Programação mantem o sucesso do Café Literário e inaugura um espaço dedicado exclusivamente ao público feminino - Mulher e Ponto.
Com certeza vale conferir, eu estarei por lá!
MULHER e PONTO
CAFÉ LITERÁRIO
COMPRE AQUI O INGRESSO
Mais uma da Índia
10 de setembro de 2009
Genesis
Situação de Emergência em Santa Catarina
Chega a 64 o número de municípios em situação de emergência em SC
Por Lúcia Nórcio, da Agência Brasil
No último relatório divulgado pela Defesa Civil de Santa Catarina foram registradas ocorrências de alagamentos e enchentes em 64 municípios catarinenses atingidos pelo vendaval e as fortes chuvas dos últimos dias. O governador Luiz Henrique decidiu nesta quarta-feira (9) decretar de situação de emergência nessas cidades em função dos estragos causados pelo desastre que atingiu dezenas de municípios do estado na madrugada de terça-feira (8).O governador encaminhará hoje (10) o decreto a Brasília acompanhado de um relatório com a avaliação dos danos provocados pelas chuvas. De acordo com a assessoria do governador, o contato com o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, para solicitar a liberação imediata de recursos federais para o socorro e assistência às vítimas deve ser feito até o final do dia.Segundo o relatório, o município de Guaraciaba decretou estado de calamidade pública. A Defesa Civil mantém atendimento prioritário na região onde um tornado provocou a morte de quatro pessoas e ferimentos em mais de uma centena de moradores. O secretário de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste, João Carlos Grando, acompanha as equipes da Defesa Civil no atendimento às vítimas como compra de telhas e lonas para cobrir as casas.A Defesa Civil Nacional encaminhou 10 mil cestas básicas para os atingidos, que estão armazenadas no município de Herval do Oeste e serão distribuídas entre os desabrigados. Segundo o major Márcio Luiz Alves, a necessidade imediata do estado é de pelo menos 5 mil colchões e entre 400 e 500 mil telhas.No relatório da Defesa Civil divulgado agora pela manhã, que informava a situação de Guaraciaba e Salto Veloso, os dois municípios atingidos pelo tornado, dentre as 88.566 pessoas afetadas pelo fenômeno, 1.478 estão desabrigadas e 16.115 desalojadas.A Defesa Civil de Santa Catarina alerta que ainda deve chover forte em Santa Catarina hoje (10), alternando com períodos de melhoria até o final de semana. Amanhã (11) e sábado(12) a instabilidade ganha força com a formação de uma nova frente fria no Sul do Brasil. Persiste o risco de temporal com chuva moderada a forte em alguns momentos, ventos fortes e granizo isolado, mas não da mesma intensidade do que ocorreu na madrugada da terça-feira (8).
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Mais sobre o superporto do Açu
"O empresário Eike Batista passou por alguns percalços recentemente. Alvo da Operação Toque de Midas, da Polícia Federal, por causa de indícios de fraude em licitação para a concessão de uma ferrovia no Amapá, em julho do ano passado, viu as três empresas de seu grupo listadas na Bovespa – a MMX Mineração, a MPX Energia e a OGX Petróleo – perderem 10 bilhões de reais, em valor de mercado, num prazo de duas semanas. Ainda assim, tornou-se o homem mais rico do Brasil nesse período, pulando do terceiro para o primeiro lugar. É o 61º no ranking mundial dos bilionários e acumula uma fortuna de 7,5 bilhões de dólares, segundo a lista da revista Forbes, divulgada em maio. Superou gente graúda no Brasil como os banqueiros Joseph Safra e Aloysio Faria; Jorge Paulo Lemann, um dos sócios da AmBev; e Antonio Ermirio de Moraes, o dono da Votorantim. Já em 2008, Eike fazia questão de dizer que, segundo suas contas, seria detentor de 17 bilhões de dólares. O empresário tem mostrado apetite semelhante para se meter em negócios polêmicos. O mais recente é a criação da “Cidade X”, em São João da Barra, no litoral norte fluminense. O nome se explica pelo fato de o empresário ter o hábito de acrescentar essa letra ao nome das empresas que adquire. É um símbolo da multiplicação, afirma. Ali, numa área de 7,5 mil hectares, Eike ergue hoje o superporto do Açu, para receber navios de grande porte. Terá capacidade para movimentar 25 milhões de toneladas em mercadorias ao ano. O Açu deve se tornar o maior porto da América Latina, desbancando o de Santos. É um megaempreendimento, misto de terminal marítimo e complexo industrial, a um custo de 6 bilhões de reais. A LLX acredita que o porto poderá atrair 36 bilhões de dólares de investimentos. Exigirá 1,6 bilhão de reais na construção do complexo portuário e outros 4,1 bilhões de reais em uma usina termoelétrica, com capacidade para gerar 2.100 megawatts. As obras no Açu, um bairro rural de São João da Barra, começaram em dezembro de 2007 e a previsão é de que o porto comece a funcionar em 2012. A área deve abrigar ainda uma siderúrgica, um estaleiro e um polo metal-mecânico. Pretende receber empresas como Votorantim, Bunge, Iveco, Techint (argentina) e Posco (sul-coreana). Eike pensa, por exemplo, numa parceria com o indiano Ratan Tata, o inventor do Nano, para fabricar carros no complexo. Com apoio do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), viajou à China, em julho, para conversar com as montadoras Build Your Dreams (BYD), Jac e Chery, a fim de instalar unidades em sua nova “cidade”. Todos esses planos audaciosos e polêmicos correm o risco de naufragar. O Ministério Público Federal (MPF) em Campos (RJ) entrou, na segunda-feira 17, com uma ação civil pública na Justiça Federal solicitando uma liminar para que sejam paralisadas as obras do Porto do Açu. O pedido foi encaminhado ao juiz Fabrício Antonio, da 1ª Vara Federal de Campos. Segundo o MPF, a construção do empreendimento é irregular por ter sido feita sem licitação. A medida seria obrigatória se o projeto tivesse sido corretamente enquadrado como porto público, o que não ocorreu. Os procuradores Eduardo Santos e Carmem Sant’anna pedem na ação que seja declarada a inconstitucionalidade da Lei dos Portos, pois ela permite a privatização dos próprios sem a fiscalização pública. O que é vedado pela Constituição. Apenas a União pode explorar portos marítimos, diretamente ou por delegação, entendem os procuradores. Desde 1993, tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra essa lei, movida, inclusive, pela Associação Nacional dos Estivadores. “Em um dos seus artigos, a lei acaba permitindo, com algumas artimanhas, que um particular explore diretamente um porto sem a concessão da União, por meio do conceito do chamado porto organizado”, reclama o procurador Santos. “E o que seria o porto desorganizado? Há um ardil semântico, como se houvesse outro tipo de porto”, comenta o representante do MPF. Em outro artigo, a lei fala de “instalação portuária de uso privativo”, o que burla a Constituição e abre brechas para a existência de terminal privado. “É uma construção verbal para camuflar o fato de que se trata de um porto como o da cidade de Santos, por exemplo”, observa o procurador. No mínimo, no porto do Açu haverá dificuldade para as ações fiscalizatórias por parte do Estado. “Eles (os empresários) preveem para o porto o que chamam de alfandegamento. É um neologismo. Como se dará o controle efetivo na entrada e saída de mercadorias? E na questão do contrabando e do tráfico? Como ficará?”, questiona o procurador. “Essa missão de fiscalizar e coibir o tráfico cabe à Polícia Federal, à Receita Federal e ao MPF. Embora na condição de titular desse serviço, o Estado está fora desse empreendimento. Navios imensos de várias partes do mundo ficarão ancorados na costa, sem que o Estado tenha qualquer ação pública sobre a atuação deles.” O MP também investiga possíveis irregularidades na cessão da área para a construção. O governo do Rio e a prefeitura de São João da Barra desapropriaram áreas que serão ocupadas pelo complexo portuário. Elas pertencem hoje à LLX. Em 2007, o governo do Rio havia declarado de utilidade pública a região próxima ao empreendimento. “Está obscura essa desapropriação”, afirma Santos. “Não faz sentido a desapropriação de terras por parte do Estado para fins privados. Só teria justificativa se fosse para um porto público”, analisa. A LLX informou, em nota, ter comprado a Fazenda Saco Dantas (onde está localizada a maior parte do projeto) de um único proprietário, em 2005. Declarou ainda que sobre desapropriações quem deveria falar é o governo do Rio. A licença ambiental para a construção do empreendimento também foi dada sem um estudo prévio dos impactos na região. Por essa razão, o MPF tornou réus na ação a Agência Nacional dos Transportes Aquáticos (Antaq), que regula o setor, e o Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea). O Ministério Público tem cruzado o caminho de Eike Batista seguidas vezes. Em Peruíbe, no litoral sul de São Paulo, a LLX começou a construir o complexo portuário Porto Brasil, um terminal marítimo privado com ilha artificial e 11 berços de atracação numa área de 19,5 milhões de metros quadrados. Índios que vivem na área estavam ameaçados de despejo e teriam sido aliciados por representantes da LLX, segundo a Procuradoria da República em Santos. Os procuradores Luiz Marrocos de Araújo e Luiz Palácio Filho denunciaram “violações, ameaças e investidas ilícitas”. A LLX teria persuadido os índios a assinar um documento em que desistiriam da posse das terras. Agora, Eike diz ter desistido do projeto Porto Brasil para priorizar o Açu. No Amapá, no ano passado, o MPF apontou indícios de fraude na licitação para a concessão à MMX de uma estrada de ferro entre os municípios de Serra do Navio e Santana. No início de agosto, a procuradora federal Zani Cajueiro de Souza constatou irregularidades na concessão de licenças ambientais a um mineroduto construído pelo grupo de Eike, para cortar os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. O mineroduto será o maior do mundo, com 525 quilômetros de extensão. Ele parte de uma mina chamada Sapo-Ferrugem, na cidade mineira de Alvorada, para chegar a São João da Barra, integrando o Complexo do Açu. Ferros serão transportados em pelotas (pedaços) pelos tubos com água sob forte pressão, até o seu destino. Na região de Campos, os políticos e os empresários defendem o superporto do Açu. Todos estão de olho nos recursos que podem mudar a cara da região. Principalmente de São João da Barra, modesta cidade de 27 mil habitantes. A LLX garante que serão criados 50 mil postos de trabalho e 200 mil empregos diretos. Além de um crescimento no PIB de São João da Barra de 498%, entre 2008 e 2025, a prefeitura local afirma que a arrecadação de ISS no município cresceu 624% no ano passado. Saltou de 66,4 mil reais para 7,4 milhões de reais. As empresas que prestam serviços ao porto foram, segundo a prefeitura, responsáveis por 71% da arrecadação total: 5,3 milhões de reais. Segundo o projeto de Eike, as metas anuais de exportação por meio do porto do Açu deverão chegar a 63,3 milhões de toneladas de minério de ferro, 10 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos, 15 milhões de toneladas de carvão, 5 milhões de toneladas de granéis sólidos e 7,5 milhões de toneladas de carga geral. Se há comemoração, também proliferam os protestos. Cerca de 2 mil famílias vivem sob a ameaça de desapropriação na área. A maioria sobrevive do plantio de abóbora, coco, pimentão, abacaxi e aipim, além da criação de peixes em cativeiro. Com faixas e cartazes de protesto, os moradores realizaram uma manifestação no início de agosto na Estrada do Cajueiro, no caminho do porto. “Não temos interesse em sair daqui para lugar nenhum”, protestou o produtor rural José Carlos de Almeida. “A natureza é para servir o homem, não o homem se servir da natureza”, dizia a professora Noêmia Magalhães, 63 anos, moradora do Sítio do Birica. “Fizeram uma proposta de desapropriação sem levar em conta o estudo socioeconômico dessa região. Muita gente tem mais de 60 anos e não tem para onde ir”, reclamava Noêmia. Os moradores foram conversar pessoalmente com o secretário de Desenvolvimento do Estado do Rio, Julio Bueno. Na quinta-feira 20, Bueno esteve na área. “Tenho certeza de que o secretário cumprirá sua promessa de não permitir que tantas famílias sejam desapropriadas”, confiava a professora. Doutor em História Ambiental, o professor da Universidade Federal Fluminense Aristides Arthur Soffiati vê riscos para a região. Entre outros prejuízos ecológicos, a área do Complexo do Açu ficará sem a Lagoa Salgada, hoje em vias de ser considerada monumento geológico e paleontológico pela Unesco. Na região há vegetação de restinga e manguezais, espécies raras de bromélias e também de um lagarto raríssimo, chamado popularmente de lagartinho-verde. “Eles deverão sumir. Mas sei que vão dizer que é apenas um lagarto”, lamenta. Pescadores também seriam prejudicados em razão de a LLX retirar areia de uma parte do mar para colocar em outra, a fim de criar condições para ancorar os navios na costa. “Também estão tirando pedra de um morro, o Itaoca, uma unidade de conservação, para criar uma ilha artificial no mar”, denuncia o ambientalista. Procurada, a LLX informou que ainda não foi citada sobre a ação proposta pelo MPF e não poderia se manifestar por não ter tido acesso ao processo. Sobre as autorizações e licenças concedidas pela Antaq e pelo Inea, a empresa garante que “estão em conformidade com a Constituição Federal e a legislação ordinária”. " Segue.
9 de setembro de 2009
09/09/09
Hoje é mais um daqueles dias interessantes para a numerologia e esotéricos em geral. Bom, no mínimo é uma data curiosa. Apesar das crises individuais e coletivas é interessante ter momentos de uma parada para reflexão:“Quarta-feira, 9 de setembro de 2009 ou 09/09/09. Para esse dia regido pelo número da espiritualidade, a numerologia prevê um momento de encerramento de ciclos, meditação e caridade. “É um dia de meditar sobre o seu lado pessoal e refletir sobre algo que se quer abandonar, coisas que precisamos deixar de lado para crescer”, diz o mago Daniel Atalla, fundador da Escola Esotérica Luz da Lua, em São Paulo. O número nove, segundo Atalla, representa o fim de um ciclo e o encontro do equilíbrio das emoções. Já para a numeróloga Cláudia Grisi, esse é um momento de trabalhar pelo amor universal. “É um dia ótimo, em que as coisas tendem a dar certo. É uma boa hora para a caridade, a filantropia, mas em ações maiores, a fim de tentar resolver problemas das grandes massas”, diz. “É mesmo um momento para caridade, mas a verdadeira caridade está em melhorar o seu interior, melhorar como ser humano, por isso a necessidade da meditação”, afirma Atalla.”
Canção

Marcos,
“Você já deve estar cansado de ouvir falar do programa “Zoombido”, brilhantemente apresentado pelo Paulinho Moska. A proposta do programa é levar ao público a maneira como os mais variados e respeitados nomes da música brasileira produzem suas obras primas...”
“Na primeira temporada, o programa do Canal Brasil levava o subtítulo de "Para se Fazer uma Canção". Uma canção homônima foi gravada por 26 compositores, que assim contribuíram para a letra”:
Para se fazer uma canção (Moska)
Desfaço as malas do meu coração (Vander Lee)
Eu sobrevôo minha solidão (Pedro Luis)
E encontro o fim de um deserto (Celso Fonseca)
Para se fazer uma canção (Frejat)
Um som, um céu sem direção (Zé Renato)
Como eu não previ, como eu nunca sei (Leoni)
O amor que dei (André Abujamra)
Acho a luz no fim da escuridão (Jorge Vercilo)
E ascendo a imaginação (Joyce)
Olá, você ai (Gilberto Gil)
Que bom te ouvir (Toni Garrido)
E eu não preciso de mais nada (Mart´nália)
Por isso corro nas calçadas, corro nos seus pensamentos (Otto)
Alentos pra solidão (Zélia Duncan)
Passaporte pra dentro da alma (George Israel)
E você que vem com pressa, calma (Oswaldo Montenegro)
Dor adeus, Deus perdão (Zeca Baleiro)
Dois, amor, doeu? (Nando Reis)
Mas como é bom! Mas como é bom! (Jorge Mautner)
E quando é bom é tudo seu (Lenine)
E eu sou teu, você e eu (Sergio Dias)
Na imensidão a sós (Flavio Venturine)
Essa é minha voz (Isabella Taviani)
Que é a sua voz também (Vitor Ramil)
7 de setembro de 2009
7 de Setembro: Acordo Militar e Parceria com a França
"O governo brasileiro anunciou a intenção de comprar 36 caças franceses, ampliando a parceria militar entre os dois países. Os dois presidentes participaram juntos da comemoração de 7 de setembro".



